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Estudantes participam de curso Jovem Empreendedor no Campo com Sebrae e Fundação Odebrecht

Rede Aberje

Segundo pesquisas divulgadas em 2019 pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), cerca de 52% dos brasileiros possuem um negócio próprio. Nas Casas Familiares do Baixo Sul da Bahia, os estudantes em formação estão dando mais um passo para integrar esse percentual ao participarem do curso Jovem Empreendedor no Campo, ministrado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A capacitação começou em agosto para os mais de 300 alunos das três escolas que fazem parte do Programa Social da Fundação Odebrecht – o Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS) -, localizadas nos municípios baianos de Nilo PeçanhaIgrapiúna e Presidente Tancredo Neves. A Fundação é associada da Aberje.

Os módulos da capacitação trabalham temas como características do comportamento empreendedor, oportunidades nas zonas rural e urbana, planos de ação e potencial de desenvolvimento econômico no campo. De acordo com Quionei Araújo, diretor de uma das escolas, esses são tópicos alinhados com a proposta educacional das instituições. “O Sebrae tem a expertise nesse assunto, que combina totalmente com nossa proposta de empresariar e aplicar negócios no meio agrário”, diz.

Essa ideia está alinhada às frentes de atuação da Fundação Odebrecht, que tem como um dos pilares a busca pelo desenvolvimento econômico, com incremento de renda, orientação para reinvestimentos e estruturação de sistemas produtivos sustentáveis.

CASAS FAMILIARES – Nas Casas Familiares, os jovens têm acesso à base curricular do Ensino Médio e também à formação técnica voltada à agricultura. Para Lázaro Rodrigues, assessor pedagógico, a atividade “vem consolidar ainda mais o trabalho desenvolvido, proporcionando aos alunos o acesso a conhecimentos referenciados acerca do potencial dos negócios rurais, inovação e elaboração de projetos”, afirma.

Serão, ao todo, cinco módulos conduzidos por consultores do Sebrae. A proposta é que os estudantes terminem a atividade aptos a transformar suas áreas produtivas em empresas. “O objetivo é contribuir para a inserção do jovem no meio agrícola, levando a uma agricultura sustentável e contribuindo assim para que ele consiga enxergar novos caminhos”, comenta Maridalva Lemos, instrutora do Sebrae nos segmentos de planejamento, associativismo e cooperativismo.