13.06
E-mails, e-mails, e-mails. A quantidade de e-mails enviados continua afogando as empresas.

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A quantidade de e-mails enviados continua afogando as empresas num mar de excesso de informação e mensagens. O nome disso é burocracia eletrônica! Uma pesquisa divulgada pelo IABC  nos EUA mostrou que o uso do e-mail ainda é a ferramenta de comunicação interna mais utilizada como canal de CI. Aqui no Brasil não é diferente, muitas empresas tem uma cultura de comunicação que sobrecarrega o tempo útil dos seus profissionais com excessos de mensagens. O que deveria agilizar, acaba burocratizando.

Viu meu e-mail? – pergunta fulano na abertura de uma reunião. Não recebi – responde o outro colega, com cara desconfiada e tentando não se comprometer com prazos ou novas cobranças. Já testemunhou uma conversa dessas? O pior dos mundos é que muita gente não sabe utilizar a ferramenta até hoje. Culpa da Comunicação Interna? Pode ser. Afinal, o time de CI deve ter um papel educador nas suas ações. Se tudo comunica, tudo educa, podem apostar. Quando falamos sobre o excesso de e-mails, vale lembrar de um hábito que considero o mais nocivo de todos: copiar uma montanha de gente no espaço do destinatário e dar um reply to all provocando um tsunami de comentários sobre a mesma mensagem que fica reverberando pela rede, como um vírus.   O volume de informações trocadas por e-mail fala muito sobre o jeito de ser de uma organização. Mandar uma mensagem para registrar conversas é um hábito normal, mas em algumas empresas os e-mails servem como documentos de cobrança, registros de que o problema a ser resolvido foi parar no desk top do outro e por aí vamos…

Nessa conversa eletrônica corporativa que tal lembrar de quem é o motivo maior de estarmos trabalhando? Ops, esqueceu do nome dele? Então, anote: cliente. Você não trabalha para responder o correio eletrônico, nem seu colega, nem seu gestor ou o diretor. Todo mundo trabalha para garantir a satisfação o cliente, com agilidade, eficiência e simpatia. Portanto, vamos voltar ao básico e falar pelo telefone ou conversar pessoalmente para fazer as coisas andarem mais depressa.

 


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