16.11
A missão do futurista, por Carlos Nepomuceno

Todos temos alguma percepção sobre o futuro, a partir de nossas crenças,formação, estudo, cosmovisões e temperamentos, sendo que a percepção sobre o futuro define a tomada de decisão no... Leia mais

Todos temos alguma percepção sobre o futuro, a partir de nossas crenças,formação, estudo, cosmovisões e temperamentos, sendo que a percepção sobre o futuro define a tomada de decisão no presente – e por isso influencia o ambiente político, social e econômico. Nem sempre, porém, essa projeção de futuro tem alta qualidade.

Segundo Carlos Nepomuceno, diretor há 22 anos da Nepomuceno Inteligência Competitiva & Inovação, quanto mais qualidade futurista tivermos, melhores decisões (e vice-versa). Pioneiro da Internet brasileira, ele é influenciador digital desde 1992. Doutor em Ciência da Informação, é jornalista, autor, pesquisador, professor, palestrante e empreendedor. Um dos primeiros a prestar consultoria estratégica digital no país com mais de 500 projetos realizados e 2 mil alunos atendidos, foi escolhido Top 15 inovador pela Época Negócios e campeão de inovação pela Revista Info.

Um futurólogo/futurista, muito mais do que prever o que virá, têm missão de qualificar a percepção que as pessoas têm sobre o futuro. Ele procura aumentar a taxa da qualidade da percepção do futuro em pessoas, organizações e sociedades. São profissionais que procuram conhecer, mapear e classificar diferentes percepções e métodos para perceber e projetar o futuro e analisar a qualidade dos métodos futuristas.

Nepomuceno destaca que tomada de decisões melhores nos levam à redução de custos e aumento de benefícios em projetos de todos os tipos e, em última instância, melhoria de qualidade de vida para a sociedade. Num mundo cada vez mais inovador e com futuro incerto, o futurismo de melhor qualidade chega a ser imprescindível. Para ele, o tema seria necessário já nas escolas, voltado para crianças e adolescentes.

 

 

16.10
Portal Coletiva lança Tendências Academia

A Revista Tendências Academia é o novo título impresso editado por Coletiva.net – que teve origem e continua como o portal sobre comunicação e marketing mais relevante do Rio Grande do Sul.... Leia mais

A Revista Tendências Academia é o novo título impresso editado por Coletiva.net – que teve origem e continua como o portal sobre comunicação e marketing mais relevante do Rio Grande do Sul. Trata-se do segundo título disponibilizado ao mercado – o primeiro foi Tendências Inovação, apresentado em maio. A nova revista tem como objetivo aproximar os três agentes do mercado da Comunicação: estudantes, professores e profissionais.

 

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A publicação aborda temas como o que os docentes precisam fazer para encantar seus alunos, as agências e veículos experimentais e, ainda, o empreendedorismo jovem. Os artigos são assinados pelo professor, jornalista e escritor Marcelo Spalding e pelos estudantes Lucas Bubols, da Uniritter; Nicole Feijó, da PUC; e Vinícius Carneiro, do IPA. Encerra a edição uma entrevista exclusiva com o argentino Ruben Roberto Rico, PHD em Marketing, consultor em Estratégia, Marketing e Qualidade, autor de 16 livros e professor e diretor em diversas faculdades de Buenos Aires.

E a Tndncs Academia agora tem versão digital, com conteúdos extras. Como complemento à reflexão proposta no impresso, a edição online apresenta as profissões para investir e as competências requeridas para cada uma delas, o perfil do empreendedor e dicas para tirar um negócio do papel, além de mostrar como o mercado se prepara para receber a nova geração de profissionais. A revista ainda abre os dados da pesquisa O futuro do ensino da Comunicação, que contou com a participação de professores e coordenadores de faculdades gaúchas, que compartilham suas percepções sobre o preparo dos estudantes e o mercado de trabalho.

Acesse aqui.

 

22.09
Vestígios do Futuro: o novo livro de Dario Caldas

Pode-se afirmar que a matéria-prima de Vestígios do Futuro: Estilos de Vida, Consumo e Tendências, novo livro de Dario Caldas (outra obra dele já foi alvo do blog Futurologia – ver mais aqui),... Leia mais

Pode-se afirmar que a matéria-prima de Vestígios do Futuro: Estilos de Vida, Consumo e Tendências, novo livro de Dario Caldas (outra obra dele já foi alvo do blog Futurologia – ver mais aqui), é uma brincadeira com o tempo: o presente sob análise – este início do século XXI – transforma-se em passado pela ótica do analista, posicionado no futuro; por outro lado, tendências e cenários futuros construídos pelo autor são presentificados na narrativa, como fatos consumados. O posicionamento do observador-analista em um tempo vindouro não é gratuito e acentua o efeito de distanciamento em relação ao que hoje é considerado atual, novo, “tendência”. Esse estratagema também confere ao autor uma liberdade maior para realizar seus exercícios de interpretação, que passeiam por diversos aspectos do consumo e dos estilos de vida contemporâneos – moda, design, estética, mídias e tecnologia, dentre muitos outros.

 

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A análise se desenrola a partir de um objeto, um fato ou um traço característico do nosso tempo, tomados como sinais que permitem reconstruir, em chave crítica, o contexto no qual se inserem. Na fronteira entre a sociologia das tendências, a semiologia e, por vezes, a própria ficção, o livro resulta em um rico panorama dos principais movimentos da atualidade, sem se furtar ao exercício de risco que é perscrutar o futuro, devendo interessar a todos os que buscam um outro olhar sobre o nosso tempo.

Vendas do livro, que tem 160 páginas e preço de lançamento de R$ 34,90, são feitas diretamente no Observatório de Sinais. Informações pelo e-mail observatorio@observatoriodesinais.com.br ou fone (11) 4304-2848.

 

O AUTOR

Dario Caldas é bacharel em Ciências Sociais e mestre em Comunicações. Fundou e idealizou a metodologia do Observatório de Sinais, escritório de consultoria em inteligência estratégica e estudos de mercado, referência na área de pesquisa e análise de tendências de comportamento, sociedade e consumo, em atividade desde 2002. Atua, também, como palestrante e professor, carreira na qual acumula uma experiência de trinta anos, especialmente em cursos de pós-graduação e educação corporativa. Tem outros quatro livros publicados: Homens (organizador, 1997), Universo da Moda (1999), Observatório de Sinais: Teoria e prática da pesquisa de tendências (2004) e A Reinvenção do Tempo: Aceleração e desaceleração na sociedade e no consumo (2014).

22.08
As 10 tendências sociais e psicológicas que vão revolucionar o mundo dos negócios nos próximos anos

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim, sentenciava Mateusz Grzesiak em artigo no site... Leia mais

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim, sentenciava Mateusz Grzesiak em artigo no site Administradores.com ainda em 2014. Mas é interessante observar como tudo que ele analisou – aliás, como é típico no mundo das tendências, que pressupõe uma longevidade – ainda está muito atual.

 

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É estimado que aproximadamente 70% de todas as decisões de compras são tomadas de acordos com as chamadas ‘normas sociais’, ou ‘as decisões das outras pessoas’. Isso significa que a maioria das escolhas que os consumidores fazem estão pouco relacionadas com o que eles realmente querem ou precisam, e essa influência cultural tem um papel chave nas maneiras de pensar dos indivíduos.

Com a chegada da era das mídias sociais, o mundo se tornou uma enorme e única mente coletiva que é guiada, como toda comunidade, por leis invisíveis. Abaixo está a lista das 10 maiores tendências que estão afetando essa mente coletiva.

 

  1. Vendendo histórias

Você já notou as mudanças consideráveis nas propagandas, principalmente nos anúncios online? Dove te encoraja a se aceitar e a Always está tentando fazer as pessoas mudarem a maneira como elas pensam a respeito das mulheres. Os maiores jogadores do mercado estão vendendo ideias, ou histórias, com as quais as pessoas podem se identificar. A cegueira de anúncios (seu cérebro de alguma maneira ignora anúncios pagos nos websites) está limpando o caminho para o marketing de conteúdo que educa os consumidores provendo a eles informação de valor genuíno. Conte uma história dessas para seu consumidor e faça com que ele ou ela se torne um fã e defenda sua marca, e o aumento em suas vendas vai se tornar um efeito colateral desse processo.

 

  1. Os 4 P’s

O resultado de uma pesquisa realizada pela Mercer’s, uma das mais prestigiadas empresas de consultoria do mundo, entre um grupo de 30 mil funcionários em 17 países, revela que os maiores assassinos da motivação são a falta de respeito, a falha em perceber problemas reais e atuais, tanto quanto a “falsa democracia” (perguntar a alguém o que eles pensam sendo que a decisão já foi tomada). Hoje, os maiores vencedores são os negócios que pensam em termos dos 4 P’s: planeta, pessoas, propósito e lucro (do inglês – profit). Hoje dinheiro não importa tanto quanto costumava, porque as pessoas precisam sentir que elas são parte de algo maior que elas mesmas.

 

  1. São as mulheres que tomam as decisões

Mulheres são responsáveis pela maioria das decisões de compras feitas por toda parte do mundo (em algumas indústrias esse número chega a 90%). Algumas empresas de relações públicas se especializaram em formular suas mensagens especificamente para refletir as necessidades femininas e seus modos de pensar. As maiores marcas do mundo já têm investido por um longo tempo nas mulheres. Harley Davidson é a líder no mercado de vendas de motocicletas para mulheres. Mais da metade de todos os clientes de hotéis são mulheres, por isso a tendência no Oeste Europeu em direção à criação de lugares ‘femininamente’ amigáveis. Em Viena, na Áustria, planejamento de gênero tem levado a mudanças de infraestrutura para facilitar para as mulheres viverem na cidade.

 

  1. Habilidades suaves são preferidas (ex: comunicação, liderança, inteligência emocional)

Para empregados americanos, inteligência emocional (QE) é três vezes mais importante que lógica (QI). Em situações onde dois médicos estão aplicando para um trabalho no mesmo hospital se um deles é melhor em termos de relacionamento com pessoas, então mesmo que ele ou ela não tenha certo conhecimento ou expertise, ele ou ela tem mais chance de conseguir o emprego do que o colega com maior educação formal, mas piores habilidades de comunicação. Novos empregos baseados nessas habilidades suaves têm surgido, como coaches, vendedores de elite, palestrantes motivacionais e grandes líderes. Apesar de sua grande popularidade, eles ainda não são bem avaliados no nível acadêmico. Hoje em dia, empregados que não tem habilidades suaves estão sujeitos a perder na corrida do sucesso.

 

  1. Você é um produto

Mais e mais pessoas entram em contato com você antes de te conhecer. Se eles vão te ligar ou te convidar para uma reunião no mundo real depende da qualidade da relação construída entre vocês no mundo virtual. Seja através de um website, um blog formador de opinião ou um artigo de imprensa. Hoje, todo mundo é um produto e o campo que lida com isso é chamado de marketing pessoal (personal branding). É o marketing pessoal que é o maior responsável na Polônia por abrir o caminho para alfaiates ou estilistas que fazem roupas customizadas, para fotógrafos (todas as pessoas, não apenas celebridades, precisam dos serviços deles) ou para agências de relações públicas trabalhando até para pequenos negócios. Se o mercado tem confiança na sua marca, o mercado vai te perdoar por seus erros e, através dessa perspectiva positiva, vai olhar para o que você tem a oferecer.

 

  1. O efeito de “des-escalar”

Nunca antes os indivíduos tiveram tanto poder para influenciar como hoje. Bloggers autodidatas decidem a respeito do sucesso ou fracasso de grandes marcas, um vídeo caseiro se torna viral assistido por milhões de pessoas e um crítico (hater) teimoso tem o poder de dar muita dor de cabeça para uma pessoa bem conhecida e querida. Enquanto há 20 anos atrás as pessoas eram encorajadas a investir em tamanho e crescer cada vez mais, hoje o efeito de “des-escalar” surgiu, significando que os menores podem fazer as mesmas coisas que os maiores, mas os menores tem mais mobilidade e são mais rápidos.

 

  1. A mente global

Hoje, não é suficiente ser brasileiro para ser capaz de ser bem sucedido no mercado. Times internacionais são cada vez mais a regra, não a exceção. As melhores práticas ao redor do mundo são descritas na internet todos os dias e estão disponíveis para qualquer um. Se você quer ser bem sucedido globalmente, você precisa se enxergar mais como um cidadão do mundo, não um cidadão do seu país. Com a abordagem americana de marketing, o jeito Alemão de gerenciar e o empenho polonês, o sucesso vem mais rápido.

 

  1. Comunicação consciente

De acordo com algumas pesquisas, habilidade de comunicação é responsável por 85% do resultado. Os líderes hoje são pessoas que tem a habilidade de comunicar suas ideias precisamente, de ouvir aos outros sem interromper ou se opor à suas opiniões, e são aqueles que preferem coaching do que imperiosidade, que escolhem não manipular os outros e não fofocar. Eles sabem perguntar corretamente e como construir plataformas de comunicação comum. Eles não se referem ao passado e eles formulam seus objetivos de uma maneira positiva, mensurável e motivadora.

 

  1. Agilidade ao invés de estrutura

A decisão vai passar primeiro pelo departamento de pesquisa de mercado, para depois ser analisada e aprovada pela direção, certo? Esse era o caso no passado, mas dada a velocidade de mudança do mundo contemporâneo, não existe tempo para gastar seis meses para tomar uma decisão. Times precisam estar prontos para tomar decisões rapidamente e flexibilidade é considerada uma prioridade nas pesquisas das habilidades do futuro. O slogan do futuro é: Esteja preparado para o que você pode se preparar, mas esteja pronto para tudo. Eficiência e velocidade (agilidade) ultrapassaram tamanho e estrutura.

 

  1. “Nós” é maior que “Eu”

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim. Numa organização dessas, um gerente razoável, por medo, nunca contrataria um gerente excelente, e o que é pior, sabotaria o desenvolvimento do seu próprio time por medo de perder seu cargo. O futuro pertence às organizações que fizerem seus times felizes (pesquisas mostram que empregados felizes fazem mais dinheiro para seus empregadores) e a chefes que se desenvolvem junto com seus funcionários, nunca limitando seu potencial. “Nós” deve ser maior que “Eu”.

06.08
Global Agenda Councils aponta tendências em tecnologia

A tecnologia está em constante evolução e acompanhar todas essas mudanças pode ser um desafio para qualquer pessoa. Produtos feitos em impressoras 3D já são uma realidade, e já temos as... Leia mais

A tecnologia está em constante evolução e acompanhar todas essas mudanças pode ser um desafio para qualquer pessoa. Produtos feitos em impressoras 3D já são uma realidade, e já temos as promessas de celulares implantáveis e profissionais sendo substituídos por robôs.

Essas são algumas das previsões para o futuro apontadas em um estudo recente feito pela Global Agenda Councils, ligado ao Fórum Econômico Mundial. Na pesquisa, foram levantadas 21 tendências da tecnologia e mais de 800 pesquisadores e executivos de tecnologia da informação e comunicação foram ouvidos.

A ideia é uma só: melhorar a qualidade de vida e facilitar as atividades do dia-a-dia em diversos aspectos. Confira a lista novidades da tecnologia que estarão à disposição para as próximas gerações:

 

1) IMPRESSORAS 3D

As impressoras 3D estão se popularizando e já deixaram de ser uma novidade. Com a ferramenta, é possível criar qualquer produto com facilidade, apenas baixando um modelo de design virtual e fazendo modificações, se necessário. Depois, basta enviar o arquivo para ser impresso, tão prático como imprimir uma foto em uma impressora qualquer. O aparelho já está mais acessível e pode ser encontrado em diversos modelos na internet, com preços que variam entre R$ 2 mil e quase R$ 60 mil.

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2) CARROS AUTÔNOMOS 

Imagina só entrar no carro e poder dormir mais um pouquinho no trajeto até o trabalho? Isso é possível, claro, quando você está no banco do carona com outra pessoa ao volante, certo? Mas e se você for o único ocupante do veículo e puder tirar um ‘cochilo’ enquanto ele te leva sozinho? Isso será possível em pouco tempo, graças a uma das tecnologias mais promissoras da atualidade: os carros autônomos. Os veículos começaram a ganhar investimentos há cerca de 10 anos e são vistos como uma grande promessa. Ainda não é possível encontrar um veículo totalmente autônomo, mas diversas montadoras já testam a novidade, que já é aplicada parcialmente, como é o caso da frenagem automática.

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3) REALIDADE VIRTUAL

Há tempos já escutamos falar em realidade virtual e, apesar de estarmos cada vez mais próximas dela, ainda existem muitas dúvidas a respeito. Contextualizando, a realidade nada mais é do que uma tecnologia de interface que ‘engana’ os sentidos por meio de um ambiente virtual, com efeitos visuais, sonoros e, em alguns casos, até táteis. Várias empresas já investem em aparelhos que prometem expandir a noção de realidade. A samsung, por exemplo, já colocou no mercado um dispositivo semelhante a uma máscara. O Gear VR tem um sensor de proximidade e custa aproximadamente R$ 700.

 

 

4) EDIÇÃO DE GENES HUMANOS 

Descoberta recentemente, a CRISPR é uma tecnologia de edição de genoma que permite identificar genes de interesse no DNA de qualquer espécie e, assim, modificá-lo, de acordo com as necessidades. De forma simples, se uma pessoa tem algum tipo de doença, proveniente de uma mutação, essa ferramenta permite que seja feita uma correção.

 

5) ROUPAS INTELIGENTES

Imagina só poder publicar no Facebook e Twitter através da sua camiseta ou então carregar o smartphone no bolso da calça? Isso já é realidade com as T-shirts OS e a calça #Hello. A camiseta tem 1,24 pixels em um espaço de 32 x 32 e permite que a pessoa controle alterações de formato e coloração, além de possuir uma microcâmera e um microfone, com acelerômetro e até alto-falantes. A calça, da empresa americana Joe’s só necessita de um pequeno cabo USB para realizar a transmissão de energia e já está disponível para venda.

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6) SPECTACLES – ÓCULOS QUE FILMAM 

Uma novidade para os usuários do Snapchat também promete facilitar a vida de quem não consegue “desgrudar” da rede social. Imagina só um óculos de sol que pode filmar, fotografar e ainda postar todos os registros do aplicativo automaticamente? A ideia do Spectacles, como é chamado, é oferecer uma experiência diferente com registros parecidos com o da visão humana. O valor no mercado é de aproximadamente US$ 130.

 

7) CROWDFUNDING – ARRECADAÇÃO DE VALORES

Outra novidade da tecnologia que já ganhou adeptos de todo mundo é crowndfunding, uma espécie de financiamento para arrecadar capital para iniciativos de interesse coletivo. A ferramenta é usada para qualquer tipo de mercado, seja cultural, de saúde, tecnologia ou industrial e serve também para empreendedores que precisam levar um capital alto.

 

8) INTERNET DAS COISAS – EQUIPAMENTOS LIGADOS À INTERNET

Uma das tendências inovadoras que tem revolucionado o mercado mundialmente e promete se expandir ainda mais nos próximos anos é a conectividade entre os elementos que fazem parte do cotidiano da população. Um dos exemplos mais comuns são as Smart TVs. A ideia é unir o mundo físico e digital através de dispositivos que se comuniquem com outros, como é o caso de eletrodomésticos e até roupas, por exemplo, conectados à internet.

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9) COMPUTAÇÃO EM NUVEM 

Armazenar arquivos no próprio computador, pen drive ou hd externo já deixou de ser a preferência da maioria e agora a nova moda é a computação em nuvem, onde é possível guardar tudo o que quiser em servidores e acessar por meio da internet. Além de tudo ficar disponível de maneira mais prática, o usuário também não corre o risco de perder todas as informações quando o HD parar de funcionar. Atualmente, é possível fazer o armazenamento no OneDrive, da Microsoft, iCloud, da Apple e o Google Drive, um dos mais populares.

 

10) DRONES

Uma ferramenta poderosa em diversas áreas tem sido o drone, que é um veículo aéreo não tripulado (VANT), conhecido também como veículo aéreo remotamente pilotado (VARP) e não precisa de piloto para guiá-lo. O aparelho já tem sido bastante usado, principalmente por fotógrafos e cinegrafistas como suporte para as câmeras.

18.07
Mercer faz estudo global de tendências em talentos

O estudo Global Talent Trends da Mercer em 2017 contou com a participação de mais de 400 executivos seniores, mais de 1.700 profissionais de RH e 5.400 funcionários de 20 indústrias e 37... Leia mais

O estudo Global Talent Trends da Mercer em 2017 contou com a participação de mais de 400 executivos seniores, mais de 1.700 profissionais de RH e 5.400 funcionários de 20 indústrias e 37 países ao redor do mundo.

 

 

Os avanços tecnológicos estão reformulando as cadeias de valor, tornando as pessoas e informações mais acessíveis e redefinindo o trabalho como um todo. Ao mesmo tempo, a mudança do perfil demográfico dos funcionários e as mudanças nas expectativas da experiência no ambiente de trabalho desafiam o modelo tradicional e o significado de “ir para o trabalho”. Um tema abrangente de empoderamento em um mundo disruptivo permeia a maneira como líderes de negócios, profissionais de RH e os profissionais em geral estão vendo o Futuro do Trabalho.

 

Quatro principais tendências do estudo em 2017

Crescimento planejado: promover um projeto de mudança ousada. 93% dos executivos de negócios planejam fazer mudanças estruturais em suas empresas nos próximos dois anos. Não é mais sobre a evolução – para manter competitividade – as organizações estão transformando estruturas e empregos em um desejo de maior eficiência, agilidade e relação profundacom o cliente. Assegurar que o projeto não seja perdido em meio ao impulso para a mudança será crucial para o crescimento sustentável.

Um Mudança no Que Valorizamos: o pagamento justo e competitivo, além das oportunidades para crescimento são as prioridades superiores para empregados este ano, o que não é surpresa dado o clima de incertezas e mudanças. Mas não se trata apenas de resultados financeiros ou métricas de atividade – 97% dos funcionários querem ser reconhecidos e recompensados pela ampla gama de contribuições que fazem todos os dias.

Meu ambiente de trabalho: personalizando a experiência do colaborador. As pessoas esperam que seu empregador “faça o trabalho acontecer” para suas circunstâncias individuais. As empresas estão começando a responder com uma abordagem diferente e aumentando as opções de trabalho flexíveis disponíveis para sua equipe  – 63% já têm uma política de flexibilidade. Avanços na tecnologia estão permitindo a escolha individualizada, sem adicionar uma carga administrativa adicional e indevida para a RH.

Busca por insights: análises preditivas ainda estão fora do alcance. Apesar dos avanços tecnológicos que facilitam a coleta e análise de grandes quantidades de dados, as empresas estão fazendo progressos lentos no uso de análises para informar as decisões de capital humano. Muito poucos são capazes de traduzir os dados em insights preditivos. Somente 1 em cada 5 está gerando apenas relatórios descritivos básicos e análises de tendências históricas.

 

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Muito se tem falado sobre a capacidade de uma organização para se recuperar quando confrontados com a adversidade. Mas a disrupção traz adversidade e oportunidade. Veja três oportunidades:

  1. Atrair e reter a força de trabalho futura – Um em cada três funcionários estão satisfeitos em seu papel atual, mas ainda estão planejando sair nos próximos 12 meses. Como você pode garantir que seu EVP (Employer Value Proposition) está realmente alinhado ao DNA da sua empresa e fornece uma razão convincente para permanecer?
  1. Construir um futuro desconhecido – Como você prepara sua força de trabalho para trabalhos que ainda não existem? Como você aproveita toda a amplitude do conhecimento institucional de sua organização e assegura que as melhores idéias sejam apresentadas? Apenas 42% dos funcionários dizem que sua empresa torna fácil inovar hoje.
  1. Cultivar uma força de trabalho próspera – O que é preciso para que as pessoas prosperem no trabalho? 83% dos funcionários já sentem que podem trazer o seu “eu” autêntico para o trabalho. Mas o que as empresas podem fazer para garantir que todos se sintam energizados e capacitados para contribuir?

 

 

22.06
Cinco chaves de inovação para o futuro do trabalho

À medida em que a tecnologia cresce e muda, o mundo muda - é uma ideia básica de inovação e mostra a importância de pensar fora da caixa, especialmente à medida que a tecnologia cresce a um... Leia mais

À medida em que a tecnologia cresce e muda, o mundo muda – é uma ideia básica de inovação e mostra a importância de pensar fora da caixa, especialmente à medida que a tecnologia cresce a um ritmo astronômico. Esse foi o tema de artigo do futurólogo Jacob Morgan, publicado neste mês de junho na revista Inc.

 

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Ele aponta que a Xerox lidera a cobrança pela inovação. Na empresa, a inovação consiste em ajudar os clientes a atender melhor os seus usuários finais e garantir que todos tenham os cuidados e as soluções de que precisam. A inovação é uma parte vital do futuro do trabalho e pode ser a diferença entre uma empresa medíocre e bem-sucedida.

 

Aqui estão as cinco práticas de inovação para o futuro do trabalho:

    1. Inovar apenas para inovar não traz nada de bom – a inovação real sempre tem o usuário final em mente e cria algo que irá atender às suas necessidades e resolver seus pontos de dor. No entanto, muitas pessoas não estão conscientes ou não podem vocalizar o que realmente querem em um produto. Os melhores inovadores vêem como os clientes realmente interagem com produtos e serviços para encontrar pontos de dor e criar o produto de seus sonhos. A verdadeira inovação entende o que os clientes precisam e empurra para além do que eles ouvem para fornecer a melhor solução possível;
    2. Promover uma cultura inovadora – por natureza, os inovadores empurram fronteiras, o que significa que não podem ter medo de falhar. Se uma cultura tem limites e limita a criatividade, ela acabará prejudicando a inovação. Abraçar a diversidade e colocar as pessoas nas equipes certas para criar ideias criativas é fundamental para promover a inovação. As organizações mais inovadoras criam ambientes inclusivos onde as pessoas se sentem confortáveis ​​e sabem que são livres para criar e experimentar até encontrarem a solução perfeita;
    3. Concentrar-se na agilidade – a inovação do futuro permite a falha, mas também reconhece que a falha deve ocorrer rapidamente. Se uma ideia não funciona, não se esqueça disso, mas aprenda rapidamente e avance para a próxima ideia. Isso vem de criar um processo confiável e repetível para entender sem perda de tempo o ponto de dor de cada usuário final e encontrar maneiras de atender a essa necessidade de maneira efetiva. Os inovadores estão sempre em movimento, girando e apontando-se na melhor direção;
    4. Aproveitar o mundo – a inovação não é uma indústria fechada, os melhores inovadores sabem que muitas vezes devem olhar para si próprios e suas organizações para colaborarem com os outros e encontrar a melhor solução. Nem todas as pessoas inteligentes trabalham em sua equipe, e as organizações bem-sucedidas sabem que vão encontrar essas pessoas para colaborar. Aliar-se a startups, laboratórios de pesquisa e organizações governamentais para combinar forças e fazer o melhor produto possível é um caminho;
    5. Surfar nas ondas disruptivas – as tendências vêm e vão rapidamente, e pode ser fácil ficar preso na mais nova ideia. Os melhores inovadores reconhecem as tendências, mas não as deixam abalar a organização de seus fundamentos sólidos. Crie um plano antes que as ondas venham de como você irá lidar com mudanças e interrupções e, em seguida, equilibre-se e fique com seus pontos fortes. Pode ser tentador tentar algo que todos os outros estão fazendo, mas se não é algo que você pode possuir, procure outra coisa que melhor se ajuste às suas principais áreas.
19.05
Luis Rasquilha fala em livro sobre pesquisa de tendências

“Coolhunting e Pesquisa de Tendências: observar, identificar e mapear as tendências e mentalidades emergentes do consumidor” é o título lançado pela Editora Actual, escrito pelo consultor... Leia mais

“Coolhunting e Pesquisa de Tendências: observar, identificar e mapear as tendências e mentalidades emergentes do consumidor” é o título lançado pela Editora Actual, escrito pelo consultor Luis Rasquilha.

 

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É a segunda de uma série de três obras, todas dedicadas a analisar os temas do Futuro, das Tendências e da Inovação e de como as empresas precisam entender a importância dessas três áreas para perenizarem seus negócios e suas presenças nos mercados. Agora o autor dedica-se a apresentar como devemos estudar o fenômeno das tendências e de que forma podemos estruturar um capital de conhecimento único, resultante da forma como os consumidores se comportam, que permita a construção de valor e de diferenciação. Também apresenta as tendências mais representativas no mundo hoje, sob a forma de relatório de tendências, resultado do trabalho da AYR Consulting Worldwide (AYRWW) e seus parceiros, nos últimos anos, para diversos clientes nos EUA , Brasil e Portugal.

A proposta é clara: mapear as tendências de futuro e identificar atalhos, garimpar oportunidades, evitar ciladas e, principalmente, ampliar os horizontes. Quem renunciaria a uma chance como essa?

 

SOBRE O AUTOR – Luis Rasquilha

Publicitário, marketeer, gestor, consultor, coolhunter, professor. Formação Superior Comunicação, Marketing, Gestão, Empreendedorismo e Gestão da Inovação e Criatividade e Design Thinking. Professor convidado em diversas Universidades e Business Schools no mundo, com destaque para a Fundação Instituto da Administração (FIA), Grupo Troiano de Branding, Saint-Paul Business School e INOVA Business School, no Brasil. Autor e co-autor de vários livros técnicos nas áreas de Comunicação, Marketing, Tendências e Inovação, é CEO da AYR Consulting World Wide ,da Inova e da Inova Business School.

02.05
Entrevista: tendências, segundo o advogado André Spínola

O advogado André Spínola é Gerente Nacional de Atendimento às Empresas de Comércio e de Serviços do Sebrae há 13 anos e já contribuiu com as agendas de políticas públicas e desenvolvimento... Leia mais

O advogado André Spínola é Gerente Nacional de Atendimento às Empresas de Comércio e de Serviços do Sebrae há 13 anos e já contribuiu com as agendas de políticas públicas e desenvolvimento territorial. Pós-graduado em Políticas Públicas para pequenos negócios e também em movimentos sociais e democracia participativa, tem MBA em gestão empresarial e mestrado em Desenvolvimento Territorial pela Universidade de Valência/ESP. E foi esta experiência, junto com sucesso em recente palestra na capital paulista, que o credenciou para esta entrevista sobre tendências.

 

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A unidade que Spínola gerencia atualmente é responsável por projetos e programas nacionais de economia digital, smart cities, destinos turísticos inteligentes, economia criativa, negócios de impacto social, comércio varejista, dentre outras. Vamos às respostas:

 

1) O que são tendências, em sua opinião?

São movimentos e comportamentos que começam a se configurar em horizontes variáveis de tempo, abrindo novos nichos ou mesmo grandes disrupções de mercado. Podem ser em mais ou menos tempo e em múltiplas situações. Pode ter a ver com tecnologias, comportamentos de consumidores, marketing, canais de distribuição, formas como serão entregues os produtos e serviços e os valores que vão ser percebidos à partir daí.

Mercados ou situações estabelecidas dão pouca margem para diferenciação na competição. As tendências ditam inovações e novas pegadas que podem reposicionar rapidamente os negócios mais ágeis e inovadores.

 

2) Qual a importância dos empreendimentos investirem na detecção de tendências hoje em dia?

São possibilidades de negócios importantes e muitas vezes vão traçar as regras de mercado num futuro próximo, podendo fazer com que empresas quebrem se ficarem paradas. O empreendedor tem que estar conectado com essas tendências e buscar enxergar as oportunidades que virão daí e inovar, para, no mínimo, se manter no mercado muitas vezes.

 

3) Por que trabalhar com tendências e qual a maior dificuldade neste tipo de serviço?

Identificar tendências traz oportunidades de negócios incríveis, faz com que as empresas se movam na selva da competição e gera inovações e novos modelos de negócios numa economia cada vez mais ágil e mutante. Acho que uma grande dificuldade é o acesso às informações corretas, fontes confiáveis num mar imenso de informações e, principalmente, a capacitação constante dos empreendedores para conseguir digerir tudo isso e operar as transformações necessárias.

 

4) Quais as tendências mais relevantes para o setor de serviços atualmente, em sua análise?

Hoje trabalhamos aqui no Sebrae com algumas tendências importantes para serviços. E algumas delas já se tornam realidade em ritmo acelerado. A economia de serviços é uma delas. A economia dos países desenvolvidos já é amplamente baseada em serviços. As cadeias globais de valor já tem sua maior parcela de eficiência por conta de serviços como design, comunicação, branding, engenharias e o digital.

Outra tendência que compõe nosso cenário é a importância da internet em todos os processos econômicos, desde a vida dos cidadãos, até as atividades industriais e de governo. Procuramos enxergar os nichos de negócios que surgem e se modificam de forma super acelerada e conectar as startups aí.

Estamos conectados com a economia do compartilhamento, que faz o uso dos bens substituir sua propriedade, as plataformas e negócios open source, novos perfis de empreendedores, cada vez mais conectados e empoderados, dentre outros.

 

5) Que indicações de fontes você teria para quem quiser melhorar o entendimento no tema das tendências?  

O Portal Sebrae (www.sebrae.com.br) traz vários materiais interessantes sobre tendências em vários segmentos da economia e também tem muito conteúdo sobre inovação e tecnologia. Vale a pena dar uma conferida.

17.04
Tendências em fidelização, by Accenture

As empresas estão desperdiçando bilhões a cada ano em programas de fidelização de clientes que não funcionam mais como antigamente. Ao menos é isso o que mostra a pesquisa Seeing beyond the... Leia mais

As empresas estão desperdiçando bilhões a cada ano em programas de fidelização de clientes que não funcionam mais como antigamente. Ao menos é isso o que mostra a pesquisa Seeing beyond the loyalty illusion: it’s time you invest more wisely ,da Accenture Strategy, feita com 25.426 consumidores em todo o mundo, incluindo 1.322 no Brasil.

 

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De acordo com o estudo, tanto os brasileiros quanto os consumidores de fora do país acumulam (e não usam) milhões de pontos de fidelidade, fato que tem levado 80% deles a não mais comprar dos lugares que sempre compram – o que afeta o lucro das empresas a cada ano. A pesquisa constatou que 83% dos consumidores no Brasil trocaram de fornecedor no ano passado. Outros 36% confirmaram que as suas expectativas sobre fidelidade de marca mudaram completamente nos últimos anos. O motivo pode ser mais simples do que parece. “A mecânicas tradicionais de ‘preço baixo’ e ‘serviço confiável’ não são mais tão eficazes para promover a fidelidade”, afirma Roberto Wollan, diretor executivo sênior e líder global de estratégia avançada de consumidor da Accenture.

De acordo com o executivo, novas linguagens de fidelidade surgiram, impulsionadas pelo fato de as marcas estarem testando experiências digitais criativas, que mudaram a dinâmica da fidelidade do cliente hoje. Com 65% dos consumidores brasileiros gastando mais com as marcas que eles amam, as empresas que adotam as abordagens tradicionais correm o risco de afastar os consumidores. “Está na hora das organizações repensarem a fidelidade”, afirma.

 

Novos caminhos

Se as ferramentas tradicionais de fidelização já não funcionam mais, o que dá certo, afinal? A pergunta feita por muitas companhias, em especial as que querem e precisam concentrar seus esforços na conquista pela geração Y, tem uma resposta no estudo.

Cinco caminhos são apontados como tendências pela pesquisa, com base nas entrevistas feitas com consumidores brasileiros. Abaixo, reunimos as principais. Confira:

Provas de carinho –  71% dos consumidores brasileiros se sentem fieis a marcas que os oferecem pequenas provas de carinho: descontos personalizados, vale-compras e ofertas especiais para recompensar a sua fidelidade.

Conheça-me – 64% são fieis às marcas que permitem personalizar produtos, enquanto 75% são fieis a marcas que interagem por meio de seus canais de comunicação preferidos. Respeito ao seu espaço é fundamental para os consumidores: 84% se sentem fieis a marcas presentes quando eles precisam, mas que respeitam seu tempo e os deixam em paz e 86% preferem as que protegem a privacidade de suas informações pessoais.

Caçador de emoções – 65% são fieis a marcas que os envolvem a pensar em conjunto na criação de produtos ou serviços, enquanto 60% preferem manter relacionamento com empresas que ofertam novas experiências ou serviços. Além disso, 54% preferem pelas que ofertam experiências multissensoriais com novas tecnologias, como a realidade virtual ou realidade aumentada.

Indicação – 29% são fieis a marcas parceiras de celebridades e outros 33% preferem as que se associam a influenciadores sociais, como blogueiros e vloggers. Outros 65% optam pelas indicadas por familiares e amigos, enquanto outros 63% apostam nas que apoiam instituições de caridade ou campanhas públicas.

Prenda-me – as que oferecem a possibilidade de troca de pontos de fidelidade ou recompensas com outros fornecedores são as que atraem 69% dos consumidores brasileiros.

Rodrigo Cogo

Rodrigo Cogo

Relações Públicas pelo Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria , é especialista em Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e RP e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Trabalhou por 10 anos com planejamento e marketing cultural para clientes como AES, Bradesco, Telefonica e BrasilTelecom. Tem experiência em diagnósticos de comunicação, para empresas como Goodyear, HP, Mapfre, Embraer, Rhodia e Schincariol. Atualmente, é Gerente de Desenvolvimento Associativo da Aberje, entidade onde ainda atua como professor no MBA em Gestão da Comunicação Empresarial. É autor de "Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da comunicação" (Aberje Editorial/2016).