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22.11
Dicas para construção de suas narrativas, pela University of Florida

Contar histórias é uma das maiores ferramentas que temos para engajar comunidades em questões sociais e ambientais complexas, de forma a impulsionar a mudança de crença e comportamento. As... Leia mais

Contar histórias é uma das maiores ferramentas que temos para engajar comunidades em questões sociais e ambientais complexas, de forma a impulsionar a mudança de crença e comportamento. As pessoas são muito mais propensas a se lembrar de informações se chegarem a elas na forma de uma história. Boas histórias também têm uma incrível capacidade de reduzir a contra-argumentação em questões de divisão de opiniões. E quando as pessoas são transportadas por uma grande história, elas se lembram dos acontecimentos da história e sentem que as experiências são quase suas. Como resultado, a história tem o poder de influenciar futuras crenças sobre questões relacionadas.

Muitas das questões sociais atuais – incluindo alterações climáticas, reforma da justiça criminal, violência sexual, justiça racial, igualdade na saúde e qualidade de educação são complexos, e os problemas associados a eles resultam de políticas interligadas, práticas institucionais, normas culturais e modos de pensar. Costumamos falar sobre a resolução destes problemas utilizando dados e termos abstratos como “equidade”. No entanto, esta forma de falar sobre questões complexas deixa espaço para as pessoas inserirem seus pressupostos e preconceitos sobre o que essas palavras significam. Bem, na verdade, é mais difícil tomar medidas por causa de um ótimo gráfico ou lista de dados.

 

 

As organizações deveriam então contar histórias que ajudem as pessoas a entender as diferentes complexidades que moldam o problema que estão enfrentando. Isto é particularmente verdadeiro quando se comunica com pessoas que não vêem facilmente problemas como preconceito de gênero no local de trabalho ou falta de acesso a cuidados de saúde de qualidade como resultado de um sistema maior. A ciência do storytelling, como um recurso de como contar histórias intencionalmente para superar as barreiras psicológicas que podem inibir crenças e comportamentos e incentivar mudanças, fornece insights que podem ajudar as organizações a serem mais convincentes e persuasivas.

Pesquisadores da Universidade da Florida têm estudado diferentes aspectos da narrativa e trazem estas dicas:

 

1. Conte histórias sobre pessoas.

Histórias sobre questões complexas são mais bem contadas através da vida de pessoas cujas experiências ilustram os vários sistemas em jogo. Karin Wahl-Jergunson constatou que 62% das histórias eram sobre amplas questões sociais, contadas através da lente de indivíduos cujas vidas tinhm exemplificado esses problemas.

Histórias que ancoram questões complexas na vida dos indivíduos não são apenas mais envolventes, mas também mais propensas a mudar o comportamento das pessoas. Paul Slovic, psicólogo social da Universidade de Oregon, estuda por que as pessoas são apáticas em relação a informações sobre genocídio e crimes maciços contra a humanidade. Ele argumenta que as pessoas experimentam entorpecimento psíquico – a retirada de atenção e empatia – quando apresentadas com uma grande quantidade de dados em torno de uma atrocidade. Descobriu que à medida que a magnitude das mortes e atrocidades aumentam, nossa resposta emocional se torna cada vez menor.

Então, não tenha dúvida: histórias podem ser muito mais eficazes para mudar crenças ou comportamentos quando as pessoas se identificam com um personagem – incluindo suas normas culturais, status socioeconômico, identidades sociais, localização geográfica, experiência de vida ou valores.

 

2. Dê sua audiência a história em partes.

As melhores histórias deixam espaço para o seu público juntar as peças. Pense nos seus filmes e livros favoritos. A moral da história provavelmente nunca foi explicitamente declarada, mas mostrada através das experiências dos personagens. Da mesma forma, nossa tarefa é contar histórias sobre questões sociais que permitam que nosso público faça parte do trabalho. Em outras palavras, ao invés de dar a eles quatro, precisamos dar a eles dois mais dois.

 

3. Seja estratégico com seus espaços vazios.

Ao contar histórias sobre questões complexas para pessoas que discordam de nós, o que incluímos na história é tão importante quanto o que deixamos de fora. As pessoas chegam a histórias com suas próprias suposições e perspectivas, e nós temos que dar conta delas. Para explicar o viés, devemos deixar espaço vazio para as pessoas verem a si mesmas e seus valores e refletirem na história. Ao mesmo tempo, precisamos criar espaços completos com detalhes sobre fatores sistêmicos que corrigem vieses e suposições. Contar histórias que começam com a visão de mundo das pessoas, no entanto, e sobrepõem-se a seus preconceitos, pode ser eficaz para obter seu apoio.

 

4. Pinte uma imagem na mente do seu público.

As organizações geralmente confiam em conceitos abstratos como equidade, inovação e justiça para comunicar ideias grandes e complexas. No entanto, esses conceitos deixam espaço para as pessoas fazerem suposições sobre o que elas significam. O que justiça significa para os conservadores será diferente do que se entende pelos liberais, por exemplo. Linguagem vaga pode sinalizar uma posição política específica sobre um assunto ou solução, levando as pessoas a evitar ou negar esse problema ou solução, se sentirem que isso ameaça suas preferências. Em vez de usar conceitos abstratos, a proposta dos pesquisadores é usar uma linguagem visual que mostre como os problemas e as soluções associadas a esses conceitos se parecem na mente de nosso público. É mais provável que as pessoas lembrem sua mensagem e tenham menos probabilidade de interpretar mal suas informações quando você usa a linguagem visual. Fazer isso garantirá que seu público saiba exatamente do que você está falando quando disser “inovação” ou “equidade” e evitar o desencadeamento de possíveis barreiras psicológicas.

 

As histórias são uma das ferramentas mais poderosas que temos para aumentar a compreensão e construir o envolvimento com questões complexas. A aplicação da ciência da narrativa pode ajudar as organizações a serem mais eficazes em encontrar e contar histórias que impulsionam a crença e a mudança de comportamento. Veja o texto original em inglês aqui: https://ssir.org/articles/entry/how_to_tell_stories_about_complex_issues

 

09.11
Gerações Z e Y buscam segurança, mobilidade e conectividade, diz estudo CIP e MindMiners

Apesar de muito conectados, os brasileiros na faixa de 18 a 32 anos ainda não confiam plenamente na internet para negócios e gestão financeira. Esse é um dos resultados da pesquisa Jovens... Leia mais

Apesar de muito conectados, os brasileiros na faixa de 18 a 32 anos ainda não confiam plenamente na internet para negócios e gestão financeira. Esse é um dos resultados da pesquisa Jovens Transformadores, do Centro de Inteligência Padrão (CIP).

 

 

A partir das entrevistas realizadas em todo o país com 1,2 mil jovens, o estudo mostrou que menos da metade dessa população acessa o banco pela internet (47%). Cerca de um terço (35%) não usa o celular para nenhum tipo de transação financeiras e 39% não se sentem confortáveis em disponibilizar dados para fazer compras pela rede.

Outros hábitos ainda permanecem mais analógicos do que digitais. A maioria desses jovens (65%) prefere livros impressos aos virtuais e 56% disseram ser influenciados por consumidores reais para fazer suas compras –  apenas 8% levam em consideração os influenciadores digitais.

A pesquisa também levantou as percepções da juventude a respeito do trabalho. Uma grande parte, 43%, disse estar insatisfeita com o trabalho atual. Mais da metade (56%) gostaria de trabalhar em uma empresa que incentive a geração de ideias e melhorias, 45% em companhias que permitem a comunicação aberta e transparente entre as pessoas e 38% em negócios com políticas de igualdade e inclusão. Os direitos das minorias em sentido amplo (homossexuais, imigrantes, negros) são defendidos pela maior parte desses jovens (64%) e 75% se dizem engajados em causas ambientais.

Sobre as empresas, 55% acreditam que elas têm como único interesse fazer dinheiro e 36% não acham que as companhias estão empenhadas em melhorar a sociedade. Um quarto (25%) acredita que as empresas atuem para melhorar a sociedade. Já os empreendimentos que promovem o compartilhamento de bens e serviços, a chamada economia compartilhada, são vistos por 70% como algo que traz impacto positivo no mundo.

SOBRE O CIP – O Centro de Inteligência Padrão desenvolve estudos exclusivos e personalizados para chegar aos resultados das premiações projetadas pelo Grupo Padrão. Para ser justo e assertivo ao reconhecer empresas que realmente atendam à proposta e às exigências do respectivo prêmio, o CIP realiza estudos com metodologias próprias que contemplem as necessidades do mercado.

22.10
The Millenial Survey 2018 Deloitte: eles estão menos leais às empresas

Um ano marcado por diversas mudanças geopolíticas e sociais, leva os millennials e a Geração Z a privilegiar empresas que contribuam de forma positiva para a sociedade, de acordo com... Leia mais

Um ano marcado por diversas mudanças geopolíticas e sociais, leva os millennials e a Geração Z a privilegiar empresas que contribuam de forma positiva para a sociedade, de acordo com o Millennial Survey 2018 da Deloitte. Embora reconheçam que alguns líderes estão a começar a olhar para as questões sociais, os millennials estão mais céticos em relação à motivação e à ética das empresas. As conclusões são reveladas num estudo que envolveu 10 455 millennials de 36 países e 1 850 jovens da Geração Z de seis países.

 

 

Embora as duas últimas edições do estudo revelassem um maior nível de confiança dos millennials em relação à motivação e à ética das empresas, em 2018 há uma inversão radical. A percepção desta geração em relação ao mundo dos negócios atingiu o nível mais baixo dos últimos quatro anos. Hoje, menos de metade dos millennials acredita que as empresas se comportam de forma ética (48% face a 65% em 2017) e que os líderes empresariais estão empenhados em criar um impacto positivo na sociedade (47% face a 62% em 2017).

Tal como foi realçado nas últimas seis edições, os millennials – e agora a Geração Z –acreditam que as empresas têm um papel mais amplo na sociedade e, na sua maioria, consideram que o sucesso do negócio deve ser medido para além do desempenho financeiro. Os inquiridos acreditam que as prioridades das empresas devem ser a criação de emprego, a inovação, a melhoria das condições de vida e das carreiras dos colaboradores e a criação de um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente. No entanto, quando questionados sobre as prioridades das organizações onde trabalham, revelam que estão focadas em gerar lucro, aumentar a eficiência e produzir ou vender bens e serviços – as três áreas que, para eles, deveriam ter o menor foco. Embora reconheçam que as empresas têm de obter lucro para concretizar as suas prioridades, os millennials acreditam que deve ser feito um maior esforço para equilibrar o desempenho financeiro e as questões sociais.

Déficit de confiança gera oportunidade para líderes empresariais – Apesar de os millennials verem as empresas de forma mais negativa, a sua confiança nos líderes políticos é ainda menor. Quando questionados sobre o desempenho de determinados líderes – incluindo líderes de Organizações Não Governamentais/ Sem Fins Lucrativos, líderes empresariais, líderes religiosos e líderes políticos – apenas 19% dos millennials acredita que os políticos estão a ter um impacto positivo (71% considera negativo).

Por outro lado, 44% dos millennials acredita que os líderes empresariais estão a ter um impacto positivo e acredita na sua capacidade de contribuir para uma mudança positiva da sociedade. Três quartos dos millennials acredita que as empresas multinacionais podem ajudar a resolver os desafios econômicos, ambientais e sociais. Estes resultados mostram que os millennials acreditam que as empresas se devem envolver na melhoria da sociedade, além de criar empregos e gerar lucros.

Diversidade, inclusão e flexibilidade são a chave para a retenção – Os níveis de lealdade recuaram para o ponto onde estavam há dois anos. De acordo com o estudo, 43% dos millennials tenciona deixar o seu local de trabalho dentro de dois anos (face 38% em 2017) e apenas 28% espera ficar mais de cinco anos (face 31% em 2017). Entre os millennials que consideram deixar o seu trabalho nos próximos dois anos, 62% considera a “gig economy” como uma alternativa ao emprego a tempo inteiro. A lealdade é ainda menor entre os inquiridos da Geração Z, com 61% a afirmar que tenciona deixar o seu emprego atual dentro de dois anos.

Tanto os millennials como a Geração Z valorizam fatores como a tolerância, inclusão, respeito e diversidade. Do ponto de vista das empresas, a remuneração e a cultura são os fatores que mais atraem estas gerações, no entanto, estas devem focar-se na diversidade, inclusão e flexibilidade, que podem ser a chave para a sua retenção. Os inquiridos que trabalham em empresas com equipas de trabalho diversificadas e geridas por seniores têm uma maior propensão para ficar cinco ou mais anos na mesma empresa. Entre estes, 55% afirma que agora o seu local de trabalho é mais flexível do que há três anos.

Acesse aqui ao Millennial Survey 2018.

26.09
4 tendências de business intelligence segundo a Think Consulting

Business Intelligence (BI) é um processo de negócio que utiliza a tecnologia para oferecer informações úteis na tomada de decisões. A estratégia ganhou popularidade no meio empresarial nos... Leia mais

Business Intelligence (BI) é um processo de negócio que utiliza a tecnologia para oferecer informações úteis na tomada de decisões. A estratégia ganhou popularidade no meio empresarial nos últimos anos e a sua implementação hoje é fundamental para o sucesso dos negócios.

Neste artigo, você vai conhecer as principais tendências de Business Intelligence que devem orientar a adoção dessa tecnologia na sua empresa.

1. Análises aumentadas
Com a popularização da tomada de decisão baseada em dados, há predisposição para que as tendências de Business Intelligence se tornem ainda mais eficientes para as empresas. A maior utilização da análise de dados aumentada é um avanço nesse aspecto, já que permite que gestores obtenham de seus softwares de Business Intelligence não apenas dados pertinentes, mas informações que podem mudar as estratégias de negócio.

A análise de dados aumentada combina vários processos de preparação, discovery e machine learning para oferecer resultados cada vez mais precisos para as questões propostas pelas ferramentas de BI. Segundo a empresa de consultoria Gartner, essa tendência é estratégica porque elimina a preparação manual dos dados e pode oferecer resultados mais concretos para as organizações que dela utilizam.

2. Transição para a nuvem de alta velocidade
Todo mundo que trabalha com tecnologia provavelmente já sabe o que é a nuvem. Mas como a popularização e o aumento da demanda e da velocidade disponibilizada para a utilização dessa tecnologia podem auxiliar no futuro do BI?

O cloud BI é uma tendência por três motivos principais: a mobilidade, a facilidade na interpretação dos dadose a segurança. É que, quando o Business Intelligence vai para a nuvem, todos os profissionais podem ter acesso aos dados de que precisam de onde quer que estejam, os recursos de visualização operam com mais agilidade e é mais fácil manter os sistemas atualizados e protegidos. Tudo isso faz com que operar os sistemas na nuvem apresente um melhor custo-benefício para o empreendedor.

Uma maior escalabilidade, flexibilidade e governança torna a nuvem protagonista entre as tendências de Business Intelligence para o ano de 2018. E permite que empresas grandes e pequenas possam confiar nessa tecnologia para armazenar os seus softwares de BI.

 

3. Abordagem moderna na visualização de dados
Outra mudança significativa entre as tendências de Business Intelligence é a melhoria dos sistemas de visualização de dados.

Esses sistemas são essenciais para que pessoas de qualquer departamento, até as que não são especialistas em TI, consigam utilizar as informações contidas em um software de BI. Por isso, eles precisam ser otimizados sempre que possível.

Até pouco tempo, poucos eram capazes de lidar com dados e otimizar a visualização deles, mas atualmente existem recursos, como o Qlik Sense, que auxiliam nesse processo.

Na hora de escolher um sistema de BI adequado às necessidades da empresa, é importante ater-se à questão dos dados acionáveis, quesito mais importante do que outras questões menores, como a estética dos gráficos. O avanço na maneira como abordamos dados é necessário para que a tecnologia possa garantir os melhores resultados possíveis.

4. Sistemas de BI mais acessíveis
Por último, a tendência de Business Intelligence mais relevante tem a ver com o quanto essa tecnologia vem sendo utilizada pelos negócios. Recursos modernos e acessíveis de BI diminuem os custos de se investir nessa solução e também de treinar sua equipe para utilizar a ferramenta. Isso significa que o BI deixa de ser uma ferramenta exclusiva de gestão e passa a ajudar no avanço do trabalho de outros departamentos do negócio, como o composto pela sua equipe de vendas.

A popularização e a automação dos sistemas de BI fazem com que eles sejam mais úteis e mais simples de se utilizar.

Muita coisa ainda vai mudar no Business Intelligence nos próximos anos. Por isso, ficar atento às tendências da área pode ajudar o seu negócio a sair na frente da concorrência e a obter resultados melhores.

 

THINK – A Think Consulting tem sede em São Paulo e é uma empresa especializada em garimpar, extrair e preparar os dados empresariais, proporcionando aos clientes a tomada de decisões baseadas em fatos e análises reais. Eles fazem um mapeamento dos principais desafios de acordo com o segmento da empresa, para indicar as soluções de BI e Analytics mais eficientes, dessa forma é possível investigar, criar insights e proporcionar melhorias contínuas de resultados e de retorno.

13.09
8 tendências para ampliar o engajamento do relato reputacional do GRI, segundo o Relatório 2025 do CLG

Em 2017, o Corporate Leadership Group (CLG), grupo formado por 13 líderes empresariais de grandes companhias globais se reuniu, a convite do Global Reporting Intiative (GRI), para discutir as... Leia mais

Em 2017, o Corporate Leadership Group (CLG), grupo formado por 13 líderes empresariais de grandes companhias globais se reuniu, a convite do Global Reporting Intiative (GRI), para discutir as principais tendências de sustentabilidade do futuro, num projeto intitulado Relatório 2025. Entre as temáticas que deverão ser inseridas na agenda das empresas até a próxima década, estão o compromisso com a mudança climática, a redução da desigualdade e a garantia dos direitos humanos.

 

 

No território da comunicação, os relatórios, desde a elaboração do conteúdo a sua difusão, exigem que as equipes gestoras das áreas de Sustentabilidade e de Comunicação pensem em novos formatos, recursos e canais para torná-lo, a cada ano, mais atrativo e com maior alcance as partes interessadas.

Veja algumas tendências da comunicação para ampliar o engajamento e alcance do relato reputacional de sustentabilidade:

Relatório Digital (APP) – Esqueça a publicação impressa. Faça seu relatório totalmente digital e com recursos que viabilizem o compartilhamento de conteúdo pelos usuários, visualização em mobiles e, se tiver orçamento, invista na criação de um APP. Além de alcançar mais pessoas, reduz o impacto ao meio ambiente, tanto na produção quanto no descarte. Uma grande vantagem em usar recursos digitais para relatórios de sustentabilidade é a capacidade de rastrear as páginas, conteúdos e funcionalidades que estão obtendo maior interesse dos usuários. Além disso, o relatório online permite medir e avaliar, e os ajustes podem ser feitos de forma contínua durante o ano ou no relatório seguinte. Isso ajudará a orientar melhor os temas que ressoam com os leitores e orientar suas narrativas em comunicação de sustentabilidade.

Storytelling multimídia – Ouse no storytelling. Ao integrar funcionalidades interativas em um relatório de sustentabilidade online, as empresas se comunicam de forma mais envolvente. Desde a transformação dos gráficos e mapas informativos estáticos em visualização de dados dinâmicos à criação de filmes curtos com narrativas visuais de locais e pessoas. Os usuários, além de acessarem mais informações, passam também a poder compartilhá-las em suas redes em contas de mídia social. Mapeie boas histórias, invista em produções multimídia e divulgue em seus canais. Algumas companhias têm inovado na realização de instalações multimídia itinerantes, oferecendo experiências de realidade virtual, como passeios no entorno dos seus ativos, transportando o público as narrativas numa espécie de user experience.

Busca fácil – Pense na necessidade dos stakeholders em acessar uma informação de forma ágil. Se informe sobre a ferramenta “Report Builder” ou outras disponíveis, e como elas podem expandir a legibilidade, para acesso rápido aos conteúdos de interesse. Como os relatórios apresentam muitas informações, o uso da busca fácil facilita ao usuário encontrar, em tempo ágil, a informação que realmente deseja. Lembre-se de que somos bombardeados de informações todos os dias, ter acesso fácil ao que se deseja, é garantia de engajamento.

Índice GRI interativo – Os novos Padrões GRI são uma chance para as empresas repensarem a estrutura e o formato do Índice de Conteúdo. Ainda é necessário incluir um Índice de Contexto, mas as organizações podem usar o formato de apresentação que desejam (GRI).Em outras palavras, o GRI oferece às empresas mais flexibilidade na formatação do índice de conteúdo.

Visualização de dados – Use uma ferramenta de análise de dados interativa que reage às solicitações dos usuários. Dentro do mesmo espaço de página, as partes interessadas podem visualizar vários gráficos informativos em uma única interface (comparações ano a ano) que, dentro de um relatório de impressão, usaria várias imagens estáticas e espaço de página excessivo.

Gamification – Algumas grandes empresas ousaram na criação de games de experiência online interativa, para compartilhar sua atuação e a mitigação de impactos por meio de jogos digitais. Um bom exemplo é o da Heineken USA. A companhia lançou, em 2016, a Brewing a Better World, que incluía três níveis onde os usuários enfrentavam o desafio de equilibrar a vontade de competir com a necessidade de cuidar do mundo, com táticas que incluíam dirigir bem um navio para reduzir as emissões; reciclar garrafas e latas vazias em um bar e participar de rodadas em um festival de música, onde o principal objetivo era se hidratar e não dirigir um carro na volta para casa. Além dos jogos digitais disponíveis no site ou APP do relatório, há companhias investindo em instalações com o storytelling do relatório, em locais de grande acesso público, como feiras e eventos, onde os usuários podem participar de jogos de realidade virtual, com as melhores práticas de sustentabilidade.

Mapeamento de Influencers – Mapear audiências e influencers na Web para ganhar alcance tem se tornado crucial à estratégia de difusão do relato reputacional. Ao dirigir seus canais no engajamento de influencers, eles passam a atuar como interlocutores das histórias da companhia, se conectar a elas e compartilhar suas opiniões, ampliando o alcance e difusão da narrativa de sustentabilidade. Isto quer dizer, sua história contada por um especialista.

Difusão Web – Defina uma estratégia de difusão Web e de PR, que contemple a contação de histórias interessantes sobre as ações de sustentabilidade da companhia e os principais marcos e inovações do relatório. Difunda o conteúdo num planejamento de 60 dias, com a difusão nos canais destas narrativas dirigidas às partes interessadas. Mensure o engajamento e reoriente a estratégia com a oportunidade de difusão de novas narrativas do relatório, a partir da interação e do que ressoa melhor aos stakeholders.

Saiba mais sobre o contexto deste tema em artigo publicado na Revista Plurale por Anatrícia Borges e Pedro Borges, da Conspiração Dostô. Caso queira uma apresentação visual mais organizada, faça download aqui.

28.08
A nova masculinidade e os homens brasileiros

Homem não chora, não pode manifestar sentimentos, não deve demonstrar medo, fraqueza, vulnerabilidade ou qualquer comportamento tido como "feminino", vivendo sob a ameaça oculta de manchar a sua... Leia mais

Homem não chora, não pode manifestar sentimentos, não deve demonstrar medo, fraqueza, vulnerabilidade ou qualquer comportamento tido como “feminino”, vivendo sob a ameaça oculta de manchar a sua reputação. Essa visão, construída há décadas pela sociedade patriarcal, é atualmente chamada de masculinidade tóxica, um termo que muitas pessoas desconhecem, mas que ganhará cada vez mais força junto com outras pautas relacionadas à igualdade de gênero e diversidade.

As buscas por “masculinidade tóxica” são um fenômeno recente que ainda não traz números expressivos no Brasil. Porém, em alguns países como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido, o interesse pelo termo cresce ano após ano.

E o que as estatísticas mostram sobre a masculinidade tóxica? Seus efeitos colaterais. Para o sociólogo americano Michael Kimmel, fundador e diretor do Centro de Estudos dos Homens e das Masculinidades da Universidade Stony Brook (NY), esse ideal de masculinidade imposto está diretamente ligado à dificuldade masculina em falar de sentimentos e aos indicadores de suicídio serem muito mais altos entre homens do que entre mulheres.

O documentário “The Mask You Live In”, de 2015, mergulha fundo no assunto e mostra como os padrões vigentes de masculinidade afetam os meninos americanos desde cedo. No filme, o psicólogo e pesquisador americano, William Pollack, defende que “a maneira como os garotos são criados faz com que eles aprendam a esconder sentimentos – como sua vulnerabilidade e empatia naturais – por trás de uma máscara de masculinidade”. Esses efeitos aprisionam os homens, limitando o espaço para que descubram quem são e expressem sua personalidade real.

 

 

Mais da metade dos homens já foi chamada de ‘gay’ ou ‘afeminado’ por ter expressado algum sentimento. Num contexto social onde essas designações assumem (mesmo não tendo) um peso pejorativo – justamente por contrariarem os “ideais da masculinidade” – isso gera ainda mais opressão e sentimento de inadequação.

A Nova Masculinidade está nascendo com o propósito de abranger todas as formas de ser homem, aceitando e acolhendo masculinidades possíveis, livres de estereótipos opressores. Esse movimento garante condições mais igualitárias e saudáveis, onde os homens têm espaço para serem mais humanos e se expressarem sem a ameaça de colocar qualquer coisa em risco, seja sua imagem, seja seu bem estar psicológico.

Veja mais sobre este estudo no BrandLab do Google.

06.08
Estudo Oldiversity da Croma mostra oportunidades de compra e consumo relacionados à longevidade

No ano passado, a Nestlé pediu aos seguidores para contarem suas histórias de amor no Facebook, e as lembranças compartilhadas pela rede social foram usadas no filme publicitário da Nutren... Leia mais

No ano passado, a Nestlé pediu aos seguidores para contarem suas histórias de amor no Facebook, e as lembranças compartilhadas pela rede social foram usadas no filme publicitário da Nutren Senior, que associou afeição à longevidade. Campanhas como essa ajudam no posicionamento das marcas que acabam tendo impacto positivo na preferência dos consumidores, de acordo com estudo inédito Oldiversity® elaborado pela Croma — empresa que entrega inovação e design de soluções no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, as pessoas passam a admirar (77%), acreditar (68%) e recomendar (69%) essas companhias. Entre os entrevistados com mais de 61 anos, esses índices foram até maiores, alcançando respectivamente 83%, 77% e 82%. Isso representa uma grande oportunidade para empresas e marcas, que podem fazer parte dessa jornada entre o hoje e o amanhã de pessoas que precisam de auxílio para planejar e usufruir de uma qualidade de vida digna no futuro.

 

 

A pesquisa analisou os impactos da longevidade e da diversidade nas relações de compra e consumo a partir da opinião de 1.814 pessoas entrevistadas no Brasil. Com cotas para LGBT+, negros e PcDs, o estudo apresenta comparações de diferentes pontos de vista.  Quase metade dos entrevistados declara que não tem com quem contar na velhice, o que contribui para o alto índice (72%) dos que consideram importante a contratação dos mais velhos pelas empresas, principalmente no grupo dos que têm 61 anos ou mais. Outros 72% reconhecem o despreparo das lojas, das dinâmicas do varejo e do treinamento dos vendedores no atendimento aos que têm 60 anos ou mais.

Apesar de apenas 19% acreditarem que pessoas mais velhas estejam habituadas a comprar em lojas virtuais, os que têm 61 anos ou mais são mais confiantes e elevam esse índice para quase 30%. Não é à toa que, dos 25,4 milhões de pessoas com 61 anos ou mais, 83% acessam a internet diariamente, dando ao e-commerce uma fatia importante de um mercado antes considerado inacessível. O Oldiversity® mostra que 86% das pessoas pensam em manter a produtividade na velhice, pois, além do benefício da manutenção da renda, estar no mercado de trabalho faz com que se sintam incluídas socialmente.

A expectativa de vida do brasileiro atualmente é de 75,5 anos — 30 anos a mais do que na década de 1940. Considerando que em poucos anos o Brasil terá uma pirâmide etária invertida, há uma mudança de modelo mental que deve ser estabelecida rapidamente. O Brasil será o sexto país no número de pessoas idosas até 2025, quando deve alcançar a marca de 32 milhões idosos, grande parte deles com lucidez, independência, possibilidade de realizar planos e disposição para consumir bens e serviços.

18.06
Quais as principais tendências do Global Retail Trends 2018 da KPMG

A disrupção chegou ao varejo e impactará os negócios globais de forma definitiva. Essa é uma das conclusões da pesquisa Tendências de Varejo 2018 da KPMG. Um novo mundo já é realidade e... Leia mais

A disrupção chegou ao varejo e impactará os negócios globais de forma definitiva. Essa é uma das conclusões da pesquisa Tendências de Varejo 2018 da KPMG. Um novo mundo já é realidade e exige que os líderes do setor compreendam melhor as tendências mais relevantes.

 

tendencias-globalretail

 

Ferramentas, estratégias e tecnologias necessárias para organizações serem bem-sucedidas nesse novo modelo já estão disponíveis. Será necessário que os executivos saibam escolher melhor os recursos e estejam atentos às novas perspectivas para fazer os negócios crescerem. A partir de agora, os varejistas terão que se concentrar cada vez mais na experiência do cliente, no equilíbrio do digital e na inteligência artificial. Além disso, importante que as marcas sejam transparentes, tenha visão multidimensional e implementem modelos inovadores.

Para isso ocorrer, a pesquisa apresenta cinco tendências que vão impactar o setor de consumo e varejo em 2018:

1- A experiência do cliente é mais importante do que nunca, já que os varejistas estão se esforçando para se diferenciarem em um mercado desafiador e sobrecarregado. Consequentemente, a experiência por metro quadrado será a nova métrica para medir o sucesso.

2- A inteligência artificial ganhará mais influência com alguns executivos prevendo que 85% de todas as transações serão baseadas em inteligência artificial até 2020. O ano de 2018 é aquele em que a inteligência artificial deve ser implementada em escala.

3- A ascensão do cliente consciente continuará à medida que os consumidores tomarem decisões de compra com base em muitos fatores além do preço. Esses novos consumidores, inspirados pelos millennials, estão exercendo influência sobre os varejistas e forçando-os a agir.

4- O mundo do varejo prometido continuará a impactar o caminho para a compra. Chegamos ao cruzamento das expectativas elevadas do consumidor e das possibilidades técnicas das organizações.

5- Uma narrativa de dois hemisférios está sendo praticada enquanto fornecedores de plataformas e varejistas não tradicionais expandem alcance e ofertas. A justaposição do Ocidente com o Oriente dominará o horizonte do varejo, com a segunda em muitos casos se movendo mais rápido que a primeira.

 

Acesse em PDF (inglês): https://assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/xx/pdf/2018/03/global-retail-trends-2018.pdf

10.04
Future Today Institute lança estudo sobre tendências tech para jornalismo e mídia

O Relatório de Tendências Tecnológicas para Jornalismo e Mídia de 2018 do Future Today Institute destaca 75 tendências tecnológicas importantes que todos os que trabalham no ecossistema de... Leia mais

O Relatório de Tendências Tecnológicas para Jornalismo e Mídia de 2018 do Future Today Institute destaca 75 tendências tecnológicas importantes que todos os que trabalham no ecossistema de notícias deveriam seguir.

 

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2018 marca o começo do fim dos smartphones nas maiores economias do mundo. O que vem a seguir são interfaces conversacionais com zero-Uis (este termo designa tudo sobre ficar longe da tela sensível ao toque e interagir com os dispositivos ao nosso redor de maneiras mais naturais: hápticos, visão computacional, controle de voz e inteligência artificial. Zero UI é o componente de design de todas essas tecnologias, pois elas pertencem ao que chamamos de internet das coisas). Isso mudará radicalmente o panorama da mídia, e agora é o melhor momento para começar a pensar em cenários futuros.

Em 2018, uma massa crítica de tecnologias emergentes convergirá para encontrar usos avançados além dos testes iniciais e da pesquisa aplicada. Esse é um sinal que vale a pena prestar atenção. As organizações de notícias devem dedicar atenção às tendências emergentes em interfaces de voz, descentralização de conteúdo, realidade mista, novos tipos de pesquisa e hardware (como câmeras inteligentes).

Os jornalistas precisam entender o que é inteligência artificial, o que não é e o que significa para o futuro das notícias. A pesquisa em IA avançou o suficiente para que agora seja um componente essencial de nosso trabalho. Você verá o ecossistema da IA ​​representado em muitas das tendências, e é de vital importância que todos os tomadores de decisão dentro das organizações de notícias se familiarizem com as paisagens atuais e emergentes da IA.

A descentralização surgiu como um tema chave para 2018. Entre as empresas e organizações cobertas pelo FTI, descobrimos uma nova ênfase em redes peer-to-peer restritas para detectar assédio, compartilhar recursos e conectar-se a fontes. Há também uma pressão de alguns governos democráticos em todo o mundo para dividir o acesso à Internet e restringir certos conteúdos.

A consolidação também é um tema-chave para 2018. As startups de notícias, espectro de radiodifusão e inteligência artificial continuarão a ser fundidas e adquiridas por relativamente poucas corporações. Legislação e política pendentes nos EUA, E.U. e em partes da Ásia podem concentrar ainda mais o poder entre um pequeno grupo de organizações de informação e tecnologia no próximo ano.

Para entender o futuro das notícias, você deve prestar atenção ao futuro de muitas indústrias e áreas de pesquisa. Quando os jornalistas pensam no futuro, devem ampliar o escopo usual para considerar os desenvolvimentos de inúmeros outros campos que também participam da economia do conhecimento. Tecnologia gera tecnologia. Estamos testemunhando uma explosão em câmera lenta.

 

Aqueles no ecossistema de notícias devem considerar as tendências deste relatório em seu pensamento estratégico para o próximo ano e ajustar seus planos, operações e modelos de negócios de acordo. O conteúdo integral está disponível, mediante cadastramento e em inglês, neste link.

 

SOBRE FUTURE TODAY INSTITUTE – Fundado em 2006, o Future Today Institute ajuda os líderes e suas organizações a se prepararem para futuros complexos. O FTI se concentra exclusivamente em como a tecnologia e a ciência emergentes vão alterar os negócios, transformar a força de trabalho e inflamar as mudanças sociais e geopolíticas. A metodologia de previsão da FTI foi apresentada no MIT Sloan Management Review e na Harvard Business Review, e é ministrada em universidades de todo o mundo.

 

09.03
Dicas da EY: resoluções digitais para líderes empresariais

Quer fazer de 2018 o ano em que você vai encarar a disrupção e realmente se colocar à frente das transformações que continuam a impactar todos os setores? Dentro do espírito de ver um novo ano... Leia mais

Quer fazer de 2018 o ano em que você vai encarar a disrupção e realmente se colocar à frente das transformações que continuam a impactar todos os setores? Dentro do espírito de ver um novo ano como um momento de começar a fazer mudanças, aqui estão  maneiras pelas quais as empresas podem se preparar para tirar proveito das oportunidades e encarar os desafios, e transformarem-se, passando de empresas lagartas para negócios borboleta. Veja as dicas da equipe da consultoria EY, Laurence Buchanan, Woody Driggs e Tony Qui.

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Capítulo 01: A sua missão digital, caso decida aceitá-la.

Resolução 1: incutir um senso de urgência

Sim, a palavra disrupção, provavelmente, é usada excessivamente, o que pode explicar por que alguns executivos podem tapar os ouvidos cada vez que ela aparece. Isso é um erro, pois o potencial de causar ou sofrer disrupção é um perigo real e imediato para empresas em todos os setores, e em todas as partes do mundo. Mudanças que podem causar disrupção ao seu negócio estão acontecendo agora. Por isso, é preciso incutir uma mentalidade organizacional que lhe ajude a detectá-las e a reagir a elas. Os negócios que sofrem disrupção são aqueles que deixam de agir. Por isso, não deixe para fazer isso mais tarde.

Resolução 2: aceite uma mentalidade de dualidade

É claro que as empresas precisam continuar operando de maneira eficaz aqui e agora, ao mesmo tempo em que mantêm um olho em direção ao futuro. E não causa surpresa o fato de que tantas empresas estejam focadas no uso do mundo digital, para otimizar, em vez de transformar, seus negócios. Em 2018, as lideranças digitais precisarão fazer os dois — simultaneamente — e fazer de 2018 o ano da coexistência pacífica entre a otimização e a transformação.

Resolução 3: estabeleça um propósito geral, a fim de acertar o rumo

Caso uma organização esteja procurando se engajar num programa de inovação e transformação radicais, ela precisa saber para onde está indo. Para saber disso, você precisa criar um senso compartilhado de propósito, para focar os seus esforços e alinhar as partes interessadas e parceiros, a fim de atender às mudanças nas necessidades do cliente. E isso está apoiado numa pesquisa da EY junto a executivos, segundo a qual 84% dos entrevistados disseram que um propósito compartilhado melhorou a capacidade da empresa de transformar.

Resolução 4: olhe de ponta a ponta

A inovação verdadeiramente disruptiva não se limita a pequenas melhorias. Ela leva em conta toda a experiência do usuário final e serve para melhorar essa experiência, e não apenas partes dela. A inovação pode ser um produto ou um modelo de negócios. Qualquer que seja ela, deve ser impulsionada por uma visão holística que leve em conta suas dependências e efeitos colaterais. Da retaguarda à linha de frente, passando pelo meio de campo, todas as partes de um negócio precisam estar envolvidas no processo de transformação.

Resolução 5: promova uma cultura do “sim”

A inovação diz respeito a se abrir e explorar novas possibilidades, e a melhor maneira de fazer isso é criar uma cultura onde as pessoas digam “sim” a novas ideias. E as empresas não devem simplesmente relegar projetos fracassados à lata de lixo, mas explorar o que funcionou e usar isso para construir o sucesso futuro.

Resolução 6: reavalie o seu modelo de negócios

Com o ritmo atual da mudança tecnológica, só porque os modelos de negócios da atualidade funcionaram por anos, ou mesmo décadas, isso não quer dizer que eles continuarão funcionando daqui a um ano. Há sinais de que o seu setor está convergindo com outro? Em quais partes da cadeia de valor esses recém-chegados estão ingressando? O seu negócio principal ainda é o seu principal motor de crescimento? Quais atividades periféricas têm o maior potencial de preencher esse espaço?

O conteúdo integral da EY ainda traz mais dois capítulos, totalizando 18 resoluções. Veja aqui.

Rodrigo Cogo

Rodrigo Cogo

Relações Públicas pelo Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria , é especialista em Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e RP e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Trabalhou por 10 anos com planejamento e marketing cultural para clientes como AES, Bradesco, Telefonica e BrasilTelecom. Tem experiência em diagnósticos de comunicação, para empresas como Goodyear, HP, Mapfre, Embraer, Rhodia e Schincariol. Atualmente, é Gerente de Desenvolvimento Associativo da Aberje, entidade onde ainda atua como professor no MBA em Gestão da Comunicação Empresarial. É autor de "Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da comunicação" (Aberje Editorial/2016).