06.08
Estudo Oldiversity da Croma mostra oportunidades de compra e consumo relacionados à longevidade

No ano passado, a Nestlé pediu aos seguidores para contarem suas histórias de amor no Facebook, e as lembranças compartilhadas pela rede social foram usadas no filme publicitário da Nutren... Leia mais

No ano passado, a Nestlé pediu aos seguidores para contarem suas histórias de amor no Facebook, e as lembranças compartilhadas pela rede social foram usadas no filme publicitário da Nutren Senior, que associou afeição à longevidade. Campanhas como essa ajudam no posicionamento das marcas que acabam tendo impacto positivo na preferência dos consumidores, de acordo com estudo inédito Oldiversity® elaborado pela Croma — empresa que entrega inovação e design de soluções no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, as pessoas passam a admirar (77%), acreditar (68%) e recomendar (69%) essas companhias. Entre os entrevistados com mais de 61 anos, esses índices foram até maiores, alcançando respectivamente 83%, 77% e 82%. Isso representa uma grande oportunidade para empresas e marcas, que podem fazer parte dessa jornada entre o hoje e o amanhã de pessoas que precisam de auxílio para planejar e usufruir de uma qualidade de vida digna no futuro.

 

 

A pesquisa analisou os impactos da longevidade e da diversidade nas relações de compra e consumo a partir da opinião de 1.814 pessoas entrevistadas no Brasil. Com cotas para LGBT+, negros e PcDs, o estudo apresenta comparações de diferentes pontos de vista.  Quase metade dos entrevistados declara que não tem com quem contar na velhice, o que contribui para o alto índice (72%) dos que consideram importante a contratação dos mais velhos pelas empresas, principalmente no grupo dos que têm 61 anos ou mais. Outros 72% reconhecem o despreparo das lojas, das dinâmicas do varejo e do treinamento dos vendedores no atendimento aos que têm 60 anos ou mais.

Apesar de apenas 19% acreditarem que pessoas mais velhas estejam habituadas a comprar em lojas virtuais, os que têm 61 anos ou mais são mais confiantes e elevam esse índice para quase 30%. Não é à toa que, dos 25,4 milhões de pessoas com 61 anos ou mais, 83% acessam a internet diariamente, dando ao e-commerce uma fatia importante de um mercado antes considerado inacessível. O Oldiversity® mostra que 86% das pessoas pensam em manter a produtividade na velhice, pois, além do benefício da manutenção da renda, estar no mercado de trabalho faz com que se sintam incluídas socialmente.

A expectativa de vida do brasileiro atualmente é de 75,5 anos — 30 anos a mais do que na década de 1940. Considerando que em poucos anos o Brasil terá uma pirâmide etária invertida, há uma mudança de modelo mental que deve ser estabelecida rapidamente. O Brasil será o sexto país no número de pessoas idosas até 2025, quando deve alcançar a marca de 32 milhões idosos, grande parte deles com lucidez, independência, possibilidade de realizar planos e disposição para consumir bens e serviços.

18.06
Quais as principais tendências do Global Retail Trends 2018 da KPMG

A disrupção chegou ao varejo e impactará os negócios globais de forma definitiva. Essa é uma das conclusões da pesquisa Tendências de Varejo 2018 da KPMG. Um novo mundo já é realidade e... Leia mais

A disrupção chegou ao varejo e impactará os negócios globais de forma definitiva. Essa é uma das conclusões da pesquisa Tendências de Varejo 2018 da KPMG. Um novo mundo já é realidade e exige que os líderes do setor compreendam melhor as tendências mais relevantes.

 

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Ferramentas, estratégias e tecnologias necessárias para organizações serem bem-sucedidas nesse novo modelo já estão disponíveis. Será necessário que os executivos saibam escolher melhor os recursos e estejam atentos às novas perspectivas para fazer os negócios crescerem. A partir de agora, os varejistas terão que se concentrar cada vez mais na experiência do cliente, no equilíbrio do digital e na inteligência artificial. Além disso, importante que as marcas sejam transparentes, tenha visão multidimensional e implementem modelos inovadores.

Para isso ocorrer, a pesquisa apresenta cinco tendências que vão impactar o setor de consumo e varejo em 2018:

1- A experiência do cliente é mais importante do que nunca, já que os varejistas estão se esforçando para se diferenciarem em um mercado desafiador e sobrecarregado. Consequentemente, a experiência por metro quadrado será a nova métrica para medir o sucesso.

2- A inteligência artificial ganhará mais influência com alguns executivos prevendo que 85% de todas as transações serão baseadas em inteligência artificial até 2020. O ano de 2018 é aquele em que a inteligência artificial deve ser implementada em escala.

3- A ascensão do cliente consciente continuará à medida que os consumidores tomarem decisões de compra com base em muitos fatores além do preço. Esses novos consumidores, inspirados pelos millennials, estão exercendo influência sobre os varejistas e forçando-os a agir.

4- O mundo do varejo prometido continuará a impactar o caminho para a compra. Chegamos ao cruzamento das expectativas elevadas do consumidor e das possibilidades técnicas das organizações.

5- Uma narrativa de dois hemisférios está sendo praticada enquanto fornecedores de plataformas e varejistas não tradicionais expandem alcance e ofertas. A justaposição do Ocidente com o Oriente dominará o horizonte do varejo, com a segunda em muitos casos se movendo mais rápido que a primeira.

 

Acesse em PDF (inglês): https://assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/xx/pdf/2018/03/global-retail-trends-2018.pdf

10.04
Future Today Institute lança estudo sobre tendências tech para jornalismo e mídia

O Relatório de Tendências Tecnológicas para Jornalismo e Mídia de 2018 do Future Today Institute destaca 75 tendências tecnológicas importantes que todos os que trabalham no ecossistema de... Leia mais

O Relatório de Tendências Tecnológicas para Jornalismo e Mídia de 2018 do Future Today Institute destaca 75 tendências tecnológicas importantes que todos os que trabalham no ecossistema de notícias deveriam seguir.

 

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2018 marca o começo do fim dos smartphones nas maiores economias do mundo. O que vem a seguir são interfaces conversacionais com zero-Uis (este termo designa tudo sobre ficar longe da tela sensível ao toque e interagir com os dispositivos ao nosso redor de maneiras mais naturais: hápticos, visão computacional, controle de voz e inteligência artificial. Zero UI é o componente de design de todas essas tecnologias, pois elas pertencem ao que chamamos de internet das coisas). Isso mudará radicalmente o panorama da mídia, e agora é o melhor momento para começar a pensar em cenários futuros.

Em 2018, uma massa crítica de tecnologias emergentes convergirá para encontrar usos avançados além dos testes iniciais e da pesquisa aplicada. Esse é um sinal que vale a pena prestar atenção. As organizações de notícias devem dedicar atenção às tendências emergentes em interfaces de voz, descentralização de conteúdo, realidade mista, novos tipos de pesquisa e hardware (como câmeras inteligentes).

Os jornalistas precisam entender o que é inteligência artificial, o que não é e o que significa para o futuro das notícias. A pesquisa em IA avançou o suficiente para que agora seja um componente essencial de nosso trabalho. Você verá o ecossistema da IA ​​representado em muitas das tendências, e é de vital importância que todos os tomadores de decisão dentro das organizações de notícias se familiarizem com as paisagens atuais e emergentes da IA.

A descentralização surgiu como um tema chave para 2018. Entre as empresas e organizações cobertas pelo FTI, descobrimos uma nova ênfase em redes peer-to-peer restritas para detectar assédio, compartilhar recursos e conectar-se a fontes. Há também uma pressão de alguns governos democráticos em todo o mundo para dividir o acesso à Internet e restringir certos conteúdos.

A consolidação também é um tema-chave para 2018. As startups de notícias, espectro de radiodifusão e inteligência artificial continuarão a ser fundidas e adquiridas por relativamente poucas corporações. Legislação e política pendentes nos EUA, E.U. e em partes da Ásia podem concentrar ainda mais o poder entre um pequeno grupo de organizações de informação e tecnologia no próximo ano.

Para entender o futuro das notícias, você deve prestar atenção ao futuro de muitas indústrias e áreas de pesquisa. Quando os jornalistas pensam no futuro, devem ampliar o escopo usual para considerar os desenvolvimentos de inúmeros outros campos que também participam da economia do conhecimento. Tecnologia gera tecnologia. Estamos testemunhando uma explosão em câmera lenta.

 

Aqueles no ecossistema de notícias devem considerar as tendências deste relatório em seu pensamento estratégico para o próximo ano e ajustar seus planos, operações e modelos de negócios de acordo. O conteúdo integral está disponível, mediante cadastramento e em inglês, neste link.

 

SOBRE FUTURE TODAY INSTITUTE – Fundado em 2006, o Future Today Institute ajuda os líderes e suas organizações a se prepararem para futuros complexos. O FTI se concentra exclusivamente em como a tecnologia e a ciência emergentes vão alterar os negócios, transformar a força de trabalho e inflamar as mudanças sociais e geopolíticas. A metodologia de previsão da FTI foi apresentada no MIT Sloan Management Review e na Harvard Business Review, e é ministrada em universidades de todo o mundo.

 

09.03
Dicas da EY: resoluções digitais para líderes empresariais

Quer fazer de 2018 o ano em que você vai encarar a disrupção e realmente se colocar à frente das transformações que continuam a impactar todos os setores? Dentro do espírito de ver um novo ano... Leia mais

Quer fazer de 2018 o ano em que você vai encarar a disrupção e realmente se colocar à frente das transformações que continuam a impactar todos os setores? Dentro do espírito de ver um novo ano como um momento de começar a fazer mudanças, aqui estão  maneiras pelas quais as empresas podem se preparar para tirar proveito das oportunidades e encarar os desafios, e transformarem-se, passando de empresas lagartas para negócios borboleta. Veja as dicas da equipe da consultoria EY, Laurence Buchanan, Woody Driggs e Tony Qui.

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Capítulo 01: A sua missão digital, caso decida aceitá-la.

Resolução 1: incutir um senso de urgência

Sim, a palavra disrupção, provavelmente, é usada excessivamente, o que pode explicar por que alguns executivos podem tapar os ouvidos cada vez que ela aparece. Isso é um erro, pois o potencial de causar ou sofrer disrupção é um perigo real e imediato para empresas em todos os setores, e em todas as partes do mundo. Mudanças que podem causar disrupção ao seu negócio estão acontecendo agora. Por isso, é preciso incutir uma mentalidade organizacional que lhe ajude a detectá-las e a reagir a elas. Os negócios que sofrem disrupção são aqueles que deixam de agir. Por isso, não deixe para fazer isso mais tarde.

Resolução 2: aceite uma mentalidade de dualidade

É claro que as empresas precisam continuar operando de maneira eficaz aqui e agora, ao mesmo tempo em que mantêm um olho em direção ao futuro. E não causa surpresa o fato de que tantas empresas estejam focadas no uso do mundo digital, para otimizar, em vez de transformar, seus negócios. Em 2018, as lideranças digitais precisarão fazer os dois — simultaneamente — e fazer de 2018 o ano da coexistência pacífica entre a otimização e a transformação.

Resolução 3: estabeleça um propósito geral, a fim de acertar o rumo

Caso uma organização esteja procurando se engajar num programa de inovação e transformação radicais, ela precisa saber para onde está indo. Para saber disso, você precisa criar um senso compartilhado de propósito, para focar os seus esforços e alinhar as partes interessadas e parceiros, a fim de atender às mudanças nas necessidades do cliente. E isso está apoiado numa pesquisa da EY junto a executivos, segundo a qual 84% dos entrevistados disseram que um propósito compartilhado melhorou a capacidade da empresa de transformar.

Resolução 4: olhe de ponta a ponta

A inovação verdadeiramente disruptiva não se limita a pequenas melhorias. Ela leva em conta toda a experiência do usuário final e serve para melhorar essa experiência, e não apenas partes dela. A inovação pode ser um produto ou um modelo de negócios. Qualquer que seja ela, deve ser impulsionada por uma visão holística que leve em conta suas dependências e efeitos colaterais. Da retaguarda à linha de frente, passando pelo meio de campo, todas as partes de um negócio precisam estar envolvidas no processo de transformação.

Resolução 5: promova uma cultura do “sim”

A inovação diz respeito a se abrir e explorar novas possibilidades, e a melhor maneira de fazer isso é criar uma cultura onde as pessoas digam “sim” a novas ideias. E as empresas não devem simplesmente relegar projetos fracassados à lata de lixo, mas explorar o que funcionou e usar isso para construir o sucesso futuro.

Resolução 6: reavalie o seu modelo de negócios

Com o ritmo atual da mudança tecnológica, só porque os modelos de negócios da atualidade funcionaram por anos, ou mesmo décadas, isso não quer dizer que eles continuarão funcionando daqui a um ano. Há sinais de que o seu setor está convergindo com outro? Em quais partes da cadeia de valor esses recém-chegados estão ingressando? O seu negócio principal ainda é o seu principal motor de crescimento? Quais atividades periféricas têm o maior potencial de preencher esse espaço?

O conteúdo integral da EY ainda traz mais dois capítulos, totalizando 18 resoluções. Veja aqui.

23.01
Cinco Tendências de Marketing para 2018, by Salesforce

Marketing é uma disciplina em constante transformação. Em tempos de quarta revolução industrial, o impacto do digital e da tecnologia possibilita o "santo graal" da personalização em escala e... Leia mais

Marketing é uma disciplina em constante transformação. Em tempos de quarta revolução industrial, o impacto do digital e da tecnologia possibilita o “santo graal” da personalização em escala e do conhecimento profundo do cliente. A Salesforce Research traz as principais tendências de marketing para 2018.

 

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  1. O futuro do marketing é contextual

Publicidade é desenhada para distrair o consumidor e tentar desta forma capturar a sua atenção. Contexto vai na direção oposta e procura se alinhar ao que está na cabeça do consumidor. Sem o contexto do momento, nossas mensagens não terão relevância e, portanto, serão filtradas. Contexto é o futuro do marketing porque é o que os consumidores querem, é o que o novo ambiente de mídia apoia e está se provando como uma forma muito mais eficaz de direcionar a ações dos consumidores do que a publicidade.

 

  1. Causas são o novo fundamento do marketing

Vários líderes de marketing já anunciaram que estão concentrados em revisar suas estratégias e começar a fazer “marketing orientado a causas”. Executivos de marketing de empresas de alta-performance são 2x mais propensos a usar este tipo de método. O motivo é simples: os clientes querem isso. A The Economist fez uma avaliação de mercado e identificarou que 79% dos consumidores preferem comprar produtos de uma empresa que opera com propósitos sociais (dados serão publicados por eles neste início de 2018). O marketing orientado a causas é uma abordagem integrada e o novo fundamento do marketing.

 

  1. O futuro das relações públicas é participativo

As redes sociais transformaram o conceito de publicação de conteúdo e, portanto, uma parte do escopo de relações públicas (RP). A nova noção contextual de marketing também abre as portas para o futuro de RP e mostra o poder da propaganda participativa. A ideia tradicional é sobre controlar uma narrativa através da influência da imprensa. No entanto, o mundo moderno mostra que o engajamento coletivo é um veículo mais poderoso do que veículos de mídia.

 

  1. O futuro da automação de marketing é +

O estudo “State of Marketing 2016” da Salesforce descobriu que as organizações líderes em marketing utilizam, em média, 14 ferramentas para criar uma experiência coerente e integrada ao cliente. Ainda, precisam integrar dúzias de canais, fontes de dados e aplicações. O futuro do marketing requer que ampliemos o entendimento de automação de marketing, uma rede hiperconectada de automações. O futuro do marketing é sobre experiências contextuais. Para isso, precisamos aumentar a ideia do que é automação de marketing e ir além dos muros da empresa.

 

  1. Inteligência artificial e chatbots

Mais um dado da nossa pesquisa “State of Marketing”: 1/3 do orçamento de marketing das empresas é gasto em canais que não existiam 5 anos atrás – e os entrevistados esperam que a porção do orçamento investido em novos canais aumente para 40% até 2019. Com o aumento dos canais de comunicação com o cliente, é muito difícil gerenciar tudo isso manualmente, então bem-vindo à era do chatbot. O futuro do marketing está relacionado a experiências conectadas, e os chatbots são uma forma prática de melhorar o relacionamento entre clientes e empresas, pois engajam clientes em canais sociais, apps e websites, fornecendo experiência nativa e autêntica, geralmente superior a outros métodos de marketing.
Veja mais sobre estas tendências e relacionamento com cliente no blog da Salesforce.

 

02.01
Micro-momentos hoje: tendências reveladas pela busca do Google

O jeito como as pessoas fazem suas buscas na internet está evoluindo e deixando suas expectativas cada vez mais claras. Lisa Gevelber, VP de Marketing para as Americas do Google, fala sobre as... Leia mais

O jeito como as pessoas fazem suas buscas na internet está evoluindo e deixando suas expectativas cada vez mais claras. Lisa Gevelber, VP de Marketing para as Americas do Google, fala sobre as tendências do comportamento do consumidor tendo como base os dados do Google Search norte-americano.

Há dois anos, o Google apresentou ao mercado a ideia de micro-momentos. Foi dado um nome para um comportamento que, com a popularização do mobile, se tornava predominante. As pessoas começavam a ter a expectativa de respostas imediatas toda vez que queriam ir a algum lugar ou saber, fazer ou comprar alguma coisa. Micro-momentos era o conceito realista, observável e capaz de provocar identificação que muitos profissionais de marketing desejavam.

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Essa forma de explicar o comportamento do consumidor e as expectativas relacionadas a ele, acabou sendo muito útil. A conversa sobre os micro-momentos estimulou as empresas a repensarem suas estratégias e abriu caminho para a criação de abordagens mais simples e diretas. Isso ajudou os profissionais de marketing a refletir sobre que momentos da jornada do consumidor eram mais importantes, criou um senso de urgência e inspirou a reavaliação de diversos hábitos e abordagens estabelecidos no mercado – de como pensar o share of voice e mensurar resultados a como oferecer experiências mais relevantes.

Há três premissas nesta tendência:

1)     O consumidor está bem informado
2)     O consumidor quer experiências onde ele estiver
3)     O consumidor decide a hora

Agora, na metade de 2017, a importância dos micro-momentos como comportamentos estabelecidos que só continuam se multiplicando está clara, tanto para consumidores quanto para marcas. As pessoas já nem conseguem lembrar como era antes, quando a gente não podia pesquisar, tomar decisões e fazer compras na hora que bem entendesse, apenas pegando o celular.

Os micro-momentos vêm aumentando a expectativa do público por experiências instantâneas: as pessoas contam com informações à mão e customizadas de acordo com suas necessidades. As pessoas continuarão esperando por informações cada vez mais úteis, mais personalizadas e mais imediatas. Esperam experiências digitais criadas sob medida para elas – incluindo resultados geolocalizados de acordo com o lugar onde elas estão no momento da busca.

Os celulares são o principal recurso usado por pessoas que precisam resolver algo, tomar decisões ou comprar alguma coisa repentinamente. A cada dia as pessoas confiam mais nos smartphones na hora de fazer compras de última hora ou tomar decisões rapidamente. As expectativas só irão aumentar, pois as pessoas querem mais informações, experiências personalizadas e soluções imediatas. E conforme essas expectativas crescem, maiores são os desafios (e as oportunidades) para os profissionais de comunicação e marketing. Como sua empresa pode posicionar-se neste tema?

16.11
A missão do futurista, por Carlos Nepomuceno

Todos temos alguma percepção sobre o futuro, a partir de nossas crenças,formação, estudo, cosmovisões e temperamentos, sendo que a percepção sobre o futuro define a tomada de decisão no... Leia mais

Todos temos alguma percepção sobre o futuro, a partir de nossas crenças,formação, estudo, cosmovisões e temperamentos, sendo que a percepção sobre o futuro define a tomada de decisão no presente – e por isso influencia o ambiente político, social e econômico. Nem sempre, porém, essa projeção de futuro tem alta qualidade.

Segundo Carlos Nepomuceno, diretor há 22 anos da Nepomuceno Inteligência Competitiva & Inovação, quanto mais qualidade futurista tivermos, melhores decisões (e vice-versa). Pioneiro da Internet brasileira, ele é influenciador digital desde 1992. Doutor em Ciência da Informação, é jornalista, autor, pesquisador, professor, palestrante e empreendedor. Um dos primeiros a prestar consultoria estratégica digital no país com mais de 500 projetos realizados e 2 mil alunos atendidos, foi escolhido Top 15 inovador pela Época Negócios e campeão de inovação pela Revista Info.

Um futurólogo/futurista, muito mais do que prever o que virá, têm missão de qualificar a percepção que as pessoas têm sobre o futuro. Ele procura aumentar a taxa da qualidade da percepção do futuro em pessoas, organizações e sociedades. São profissionais que procuram conhecer, mapear e classificar diferentes percepções e métodos para perceber e projetar o futuro e analisar a qualidade dos métodos futuristas.

Nepomuceno destaca que tomada de decisões melhores nos levam à redução de custos e aumento de benefícios em projetos de todos os tipos e, em última instância, melhoria de qualidade de vida para a sociedade. Num mundo cada vez mais inovador e com futuro incerto, o futurismo de melhor qualidade chega a ser imprescindível. Para ele, o tema seria necessário já nas escolas, voltado para crianças e adolescentes.

 

 

16.10
Portal Coletiva lança Tendências Academia

A Revista Tendências Academia é o novo título impresso editado por Coletiva.net – que teve origem e continua como o portal sobre comunicação e marketing mais relevante do Rio Grande do Sul.... Leia mais

A Revista Tendências Academia é o novo título impresso editado por Coletiva.net – que teve origem e continua como o portal sobre comunicação e marketing mais relevante do Rio Grande do Sul. Trata-se do segundo título disponibilizado ao mercado – o primeiro foi Tendências Inovação, apresentado em maio. A nova revista tem como objetivo aproximar os três agentes do mercado da Comunicação: estudantes, professores e profissionais.

 

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A publicação aborda temas como o que os docentes precisam fazer para encantar seus alunos, as agências e veículos experimentais e, ainda, o empreendedorismo jovem. Os artigos são assinados pelo professor, jornalista e escritor Marcelo Spalding e pelos estudantes Lucas Bubols, da Uniritter; Nicole Feijó, da PUC; e Vinícius Carneiro, do IPA. Encerra a edição uma entrevista exclusiva com o argentino Ruben Roberto Rico, PHD em Marketing, consultor em Estratégia, Marketing e Qualidade, autor de 16 livros e professor e diretor em diversas faculdades de Buenos Aires.

E a Tndncs Academia agora tem versão digital, com conteúdos extras. Como complemento à reflexão proposta no impresso, a edição online apresenta as profissões para investir e as competências requeridas para cada uma delas, o perfil do empreendedor e dicas para tirar um negócio do papel, além de mostrar como o mercado se prepara para receber a nova geração de profissionais. A revista ainda abre os dados da pesquisa O futuro do ensino da Comunicação, que contou com a participação de professores e coordenadores de faculdades gaúchas, que compartilham suas percepções sobre o preparo dos estudantes e o mercado de trabalho.

Acesse aqui.

 

22.09
Vestígios do Futuro: o novo livro de Dario Caldas

Pode-se afirmar que a matéria-prima de Vestígios do Futuro: Estilos de Vida, Consumo e Tendências, novo livro de Dario Caldas (outra obra dele já foi alvo do blog Futurologia – ver mais aqui),... Leia mais

Pode-se afirmar que a matéria-prima de Vestígios do Futuro: Estilos de Vida, Consumo e Tendências, novo livro de Dario Caldas (outra obra dele já foi alvo do blog Futurologia – ver mais aqui), é uma brincadeira com o tempo: o presente sob análise – este início do século XXI – transforma-se em passado pela ótica do analista, posicionado no futuro; por outro lado, tendências e cenários futuros construídos pelo autor são presentificados na narrativa, como fatos consumados. O posicionamento do observador-analista em um tempo vindouro não é gratuito e acentua o efeito de distanciamento em relação ao que hoje é considerado atual, novo, “tendência”. Esse estratagema também confere ao autor uma liberdade maior para realizar seus exercícios de interpretação, que passeiam por diversos aspectos do consumo e dos estilos de vida contemporâneos – moda, design, estética, mídias e tecnologia, dentre muitos outros.

 

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A análise se desenrola a partir de um objeto, um fato ou um traço característico do nosso tempo, tomados como sinais que permitem reconstruir, em chave crítica, o contexto no qual se inserem. Na fronteira entre a sociologia das tendências, a semiologia e, por vezes, a própria ficção, o livro resulta em um rico panorama dos principais movimentos da atualidade, sem se furtar ao exercício de risco que é perscrutar o futuro, devendo interessar a todos os que buscam um outro olhar sobre o nosso tempo.

Vendas do livro, que tem 160 páginas e preço de lançamento de R$ 34,90, são feitas diretamente no Observatório de Sinais. Informações pelo e-mail observatorio@observatoriodesinais.com.br ou fone (11) 4304-2848.

 

O AUTOR

Dario Caldas é bacharel em Ciências Sociais e mestre em Comunicações. Fundou e idealizou a metodologia do Observatório de Sinais, escritório de consultoria em inteligência estratégica e estudos de mercado, referência na área de pesquisa e análise de tendências de comportamento, sociedade e consumo, em atividade desde 2002. Atua, também, como palestrante e professor, carreira na qual acumula uma experiência de trinta anos, especialmente em cursos de pós-graduação e educação corporativa. Tem outros quatro livros publicados: Homens (organizador, 1997), Universo da Moda (1999), Observatório de Sinais: Teoria e prática da pesquisa de tendências (2004) e A Reinvenção do Tempo: Aceleração e desaceleração na sociedade e no consumo (2014).

22.08
As 10 tendências sociais e psicológicas que vão revolucionar o mundo dos negócios nos próximos anos

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim, sentenciava Mateusz Grzesiak em artigo no site... Leia mais

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim, sentenciava Mateusz Grzesiak em artigo no site Administradores.com ainda em 2014. Mas é interessante observar como tudo que ele analisou – aliás, como é típico no mundo das tendências, que pressupõe uma longevidade – ainda está muito atual.

 

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É estimado que aproximadamente 70% de todas as decisões de compras são tomadas de acordos com as chamadas ‘normas sociais’, ou ‘as decisões das outras pessoas’. Isso significa que a maioria das escolhas que os consumidores fazem estão pouco relacionadas com o que eles realmente querem ou precisam, e essa influência cultural tem um papel chave nas maneiras de pensar dos indivíduos.

Com a chegada da era das mídias sociais, o mundo se tornou uma enorme e única mente coletiva que é guiada, como toda comunidade, por leis invisíveis. Abaixo está a lista das 10 maiores tendências que estão afetando essa mente coletiva.

 

  1. Vendendo histórias

Você já notou as mudanças consideráveis nas propagandas, principalmente nos anúncios online? Dove te encoraja a se aceitar e a Always está tentando fazer as pessoas mudarem a maneira como elas pensam a respeito das mulheres. Os maiores jogadores do mercado estão vendendo ideias, ou histórias, com as quais as pessoas podem se identificar. A cegueira de anúncios (seu cérebro de alguma maneira ignora anúncios pagos nos websites) está limpando o caminho para o marketing de conteúdo que educa os consumidores provendo a eles informação de valor genuíno. Conte uma história dessas para seu consumidor e faça com que ele ou ela se torne um fã e defenda sua marca, e o aumento em suas vendas vai se tornar um efeito colateral desse processo.

 

  1. Os 4 P’s

O resultado de uma pesquisa realizada pela Mercer’s, uma das mais prestigiadas empresas de consultoria do mundo, entre um grupo de 30 mil funcionários em 17 países, revela que os maiores assassinos da motivação são a falta de respeito, a falha em perceber problemas reais e atuais, tanto quanto a “falsa democracia” (perguntar a alguém o que eles pensam sendo que a decisão já foi tomada). Hoje, os maiores vencedores são os negócios que pensam em termos dos 4 P’s: planeta, pessoas, propósito e lucro (do inglês – profit). Hoje dinheiro não importa tanto quanto costumava, porque as pessoas precisam sentir que elas são parte de algo maior que elas mesmas.

 

  1. São as mulheres que tomam as decisões

Mulheres são responsáveis pela maioria das decisões de compras feitas por toda parte do mundo (em algumas indústrias esse número chega a 90%). Algumas empresas de relações públicas se especializaram em formular suas mensagens especificamente para refletir as necessidades femininas e seus modos de pensar. As maiores marcas do mundo já têm investido por um longo tempo nas mulheres. Harley Davidson é a líder no mercado de vendas de motocicletas para mulheres. Mais da metade de todos os clientes de hotéis são mulheres, por isso a tendência no Oeste Europeu em direção à criação de lugares ‘femininamente’ amigáveis. Em Viena, na Áustria, planejamento de gênero tem levado a mudanças de infraestrutura para facilitar para as mulheres viverem na cidade.

 

  1. Habilidades suaves são preferidas (ex: comunicação, liderança, inteligência emocional)

Para empregados americanos, inteligência emocional (QE) é três vezes mais importante que lógica (QI). Em situações onde dois médicos estão aplicando para um trabalho no mesmo hospital se um deles é melhor em termos de relacionamento com pessoas, então mesmo que ele ou ela não tenha certo conhecimento ou expertise, ele ou ela tem mais chance de conseguir o emprego do que o colega com maior educação formal, mas piores habilidades de comunicação. Novos empregos baseados nessas habilidades suaves têm surgido, como coaches, vendedores de elite, palestrantes motivacionais e grandes líderes. Apesar de sua grande popularidade, eles ainda não são bem avaliados no nível acadêmico. Hoje em dia, empregados que não tem habilidades suaves estão sujeitos a perder na corrida do sucesso.

 

  1. Você é um produto

Mais e mais pessoas entram em contato com você antes de te conhecer. Se eles vão te ligar ou te convidar para uma reunião no mundo real depende da qualidade da relação construída entre vocês no mundo virtual. Seja através de um website, um blog formador de opinião ou um artigo de imprensa. Hoje, todo mundo é um produto e o campo que lida com isso é chamado de marketing pessoal (personal branding). É o marketing pessoal que é o maior responsável na Polônia por abrir o caminho para alfaiates ou estilistas que fazem roupas customizadas, para fotógrafos (todas as pessoas, não apenas celebridades, precisam dos serviços deles) ou para agências de relações públicas trabalhando até para pequenos negócios. Se o mercado tem confiança na sua marca, o mercado vai te perdoar por seus erros e, através dessa perspectiva positiva, vai olhar para o que você tem a oferecer.

 

  1. O efeito de “des-escalar”

Nunca antes os indivíduos tiveram tanto poder para influenciar como hoje. Bloggers autodidatas decidem a respeito do sucesso ou fracasso de grandes marcas, um vídeo caseiro se torna viral assistido por milhões de pessoas e um crítico (hater) teimoso tem o poder de dar muita dor de cabeça para uma pessoa bem conhecida e querida. Enquanto há 20 anos atrás as pessoas eram encorajadas a investir em tamanho e crescer cada vez mais, hoje o efeito de “des-escalar” surgiu, significando que os menores podem fazer as mesmas coisas que os maiores, mas os menores tem mais mobilidade e são mais rápidos.

 

  1. A mente global

Hoje, não é suficiente ser brasileiro para ser capaz de ser bem sucedido no mercado. Times internacionais são cada vez mais a regra, não a exceção. As melhores práticas ao redor do mundo são descritas na internet todos os dias e estão disponíveis para qualquer um. Se você quer ser bem sucedido globalmente, você precisa se enxergar mais como um cidadão do mundo, não um cidadão do seu país. Com a abordagem americana de marketing, o jeito Alemão de gerenciar e o empenho polonês, o sucesso vem mais rápido.

 

  1. Comunicação consciente

De acordo com algumas pesquisas, habilidade de comunicação é responsável por 85% do resultado. Os líderes hoje são pessoas que tem a habilidade de comunicar suas ideias precisamente, de ouvir aos outros sem interromper ou se opor à suas opiniões, e são aqueles que preferem coaching do que imperiosidade, que escolhem não manipular os outros e não fofocar. Eles sabem perguntar corretamente e como construir plataformas de comunicação comum. Eles não se referem ao passado e eles formulam seus objetivos de uma maneira positiva, mensurável e motivadora.

 

  1. Agilidade ao invés de estrutura

A decisão vai passar primeiro pelo departamento de pesquisa de mercado, para depois ser analisada e aprovada pela direção, certo? Esse era o caso no passado, mas dada a velocidade de mudança do mundo contemporâneo, não existe tempo para gastar seis meses para tomar uma decisão. Times precisam estar prontos para tomar decisões rapidamente e flexibilidade é considerada uma prioridade nas pesquisas das habilidades do futuro. O slogan do futuro é: Esteja preparado para o que você pode se preparar, mas esteja pronto para tudo. Eficiência e velocidade (agilidade) ultrapassaram tamanho e estrutura.

 

  1. “Nós” é maior que “Eu”

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim. Numa organização dessas, um gerente razoável, por medo, nunca contrataria um gerente excelente, e o que é pior, sabotaria o desenvolvimento do seu próprio time por medo de perder seu cargo. O futuro pertence às organizações que fizerem seus times felizes (pesquisas mostram que empregados felizes fazem mais dinheiro para seus empregadores) e a chefes que se desenvolvem junto com seus funcionários, nunca limitando seu potencial. “Nós” deve ser maior que “Eu”.

Rodrigo Cogo

Rodrigo Cogo

Relações Públicas pelo Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria , é especialista em Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e RP e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Trabalhou por 10 anos com planejamento e marketing cultural para clientes como AES, Bradesco, Telefonica e BrasilTelecom. Tem experiência em diagnósticos de comunicação, para empresas como Goodyear, HP, Mapfre, Embraer, Rhodia e Schincariol. Atualmente, é Gerente de Desenvolvimento Associativo da Aberje, entidade onde ainda atua como professor no MBA em Gestão da Comunicação Empresarial. É autor de "Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da comunicação" (Aberje Editorial/2016).